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	<title>Alice Costa, Author at My Dermatologia</title>
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	<title>Alice Costa, Author at My Dermatologia</title>
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		<title>Tratamento em Tricologia: uma parceria entre médico e doente no cuidado das doenças capilares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 15:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sessão “Truques e Dicas &#8211; Em Consulta de Tricologia”, integrada na 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, a dermatologista Rubina Alves destacou a importância do diagnóstico precoce e do envolvimento ativo do doente no sucesso terapêutico das doenças do couro cabeludo e do cabelo. “Logo na primeira consulta, o mais importante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na sessão “Truques e Dicas &#8211; Em Consulta de Tricologia”, integrada na 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, a dermatologista <strong>Rubina Alves</strong> destacou a importância do diagnóstico precoce e do envolvimento ativo do doente no sucesso terapêutico das doenças do couro cabeludo e do cabelo. “Logo na primeira consulta, o mais importante é obter um diagnóstico correto, porque é a partir daí que conseguimos implementar todo o tratamento e obter melhores resultados e adesão do doente”, sublinhou a especialista. Assista à entrevista. </p>



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<iframe title="Tratamento em Tricologia: uma parceria entre médico e doente no cuidado das doenças capilares" src="https://player.vimeo.com/video/1135771832?h=bb32eda493&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Numa área em que a resolução da patologia passa muitas vezes por tratamentos realizados pelo dermatologista e depois continuados em casa, é de grande importância ouvir o doente, explicar a patologia, os tratamentos e as suas fases e gerir expetativas, de forma a garantir a adesão à terapêutica e o não abandono. Em Tricologia muitos tratamentos exigem uma duração mínima de seis a doze meses: “Muitas vezes o doente começa o tratamento, ao fim de dois meses não vê resultados e abandona o tratamento. Mas se parar aos dois meses, o tratamento não vai resultar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel do doente é fundamental:&nbsp; “Existe um trabalho de equipa: o médico faz o diagnóstico e a prescrição, mas o doente tem de fazer a medicação em casa, de forma continuada, e perceber que leva tempo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Rubina Alves, a consulta de Tricologia deve ser cuidadosamente preparada, com todo o material disponível para um diagnóstico célere e rigoroso. A partilha com o doente “através da tricoscopia, das fotografias e de todo o material que está envolvido” do diagnóstico e dos tratamentos cientificamente comprovados, “vão dar [aos doentes] uma certa tranquilidade e confiança no processo”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista recordou ainda a evolução da Tricologia nos últimos anos: “Antigamente ninguém falava de Tricologia. Era um mundo esquecido. Hoje há um enorme investimento, novos fármacos, há investigação a nível mundial porque aumentaram o número de patologias e fazem-se diagnósticos mais precoces. Toda esta globalização permite-nos ter resultados que há uns anos não conseguíamos ter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, sublinhou o impacto emocional das doenças capilares e a necessidade de empatia na consulta: “Estas patologias afetam a autoimagem e têm um grande impacto psicológico. É essencial não desvalorizar as queixas do doente, ouvi-lo e explicar-lhe o procedimento, [o que] permite que ele possa ter uma adesão terapêutica muito melhor e consigamos ter melhores resultados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso ocorreu de 6 a 8 de novembro, em Lisboa.</p>
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		<title>Inovação na prática clínica em Dermatologia: “É preciso uma visão fresca para encararmos problemas antigos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na 24.ª edição da SPDV, Pedro Mendes Bastos, dermatologista na CUF Descobertas, foi orador da sessão “Em consulta de dermatologia geral”, onde partilhou estratégias e reflexões adquiridas ao longo da sua prática clínica. O especialista começou por referir que “deu-me imenso gosto fazer [a sessão] porque partilhar hábitos e vantagens que vamos acumulando à medida [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na 24.ª edição da SPDV,<strong> Pedro Mendes Bastos</strong>, dermatologista na CUF Descobertas, foi orador da sessão <em>“Em consulta de dermatologia geral”</em>, onde partilhou estratégias e reflexões adquiridas ao longo da sua prática clínica. O especialista começou por referir que “deu-me imenso gosto fazer [a sessão] porque partilhar hábitos e vantagens que vamos acumulando à medida que praticamos clínica é extraordinário”. Confira as declarações.</p>



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<iframe title="Inovação na prática clínica em Dermatologia: “Uma visão fresca ajuda a encarar problemas antigos”" src="https://player.vimeo.com/video/1135772097?h=998d5240c9&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre os aspetos destacados, Pedro Mendes Bastos sublinhou soluções simples que podem poupar tempo, como “criar&nbsp; textos pré-definidos,&nbsp; emails pré-escritos, listas de prescrições ou listas de análises a pedir perante determinadas dermatoses”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista enfatizou também a utilidade da tecnologia, destacando que “a inteligência artificial não é um substituto da inteligência natural, mas é um complemento à nossa inteligência natural, com ferramentas que nos poupam tempo e nos ajudam a relacionar sinais e sintomas, efeitos adversos de fármacos”, acrescentando que é “algo que considero muito útil na minha prática clínica diária”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Mendes Bastos salientou ainda a importância da partilha entre gerações: “Não gostaria de fazer aqui uma separação geracional porque considero que todas as gerações e todas as opiniões e experiências são bem-vindas. Todos nós partimos de um ponto de partida diferente e por isso acho que os mais novos têm a aprender com os mais velhos. Os mais velhos têm a aprender com os mais novos também. E muitas vezes é preciso uma visão fresca para encararmos problemas antigos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o dermatologista referiu que “o principal conselho a sublinhar da minha apresentação é a prática da empatia. Vivemos num mundo hiperconectado, um mundo que venera ecrãs e as pessoas nunca se&nbsp; sentiram tão sozinhas. Por outro lado, demonstrar empatia perante o doente é cada vez mais valorizado e é algo que não é ensinado na faculdade de Medicina. Portanto, cabe ao dermatologista cultivar-se e praticar a empatia, para que possamos fornecer os melhores e mais humanos cuidados dermatológicos aos nossos doentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso ocorreu de 6 a 8 de novembro, em Lisboa.</p>
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		<title>Inovação e colaboração marcam a 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, o presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), Alberto Mota, destacou a forte componente científica e formativa do evento, sublinhando que: “Acho que está a ser um Congresso muito participado, muito me satisfaz e acho que tocou nos pontos essenciais do cabeçalho, inovação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, o presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), <strong>Alberto Mota</strong>, destacou a forte componente científica e formativa do evento, sublinhando que: “Acho que está a ser um Congresso muito participado, muito me satisfaz e acho que tocou nos pontos essenciais do cabeçalho, inovação e colaboração”. O objetivo, frisou, é que “todos os colegas, todos os dermatologistas, sejam já especialistas ou em formação, saiam daqui mais ricos”, fortalecendo “a sua proficiência profissional técnica, não só na vertente clínica, mas também na vertente humana”. Assista às declarações.</p>



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<iframe title="Inovação e colaboração marcam a 24.ª edição do Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia" src="https://player.vimeo.com/video/1135770749?h=0c27b3ee02&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos altos deste ano foi o papel inovador de uma secção da sociedade, a SPDV Jovem, que “contribuiu diretamente para a organização do Congresso”, com iniciativas próprias, como “um simpósio de prática clínica, na abordagem dos doentes que estão sob tratamento imunomodulador” e “um importante curso de pós-congresso sobre linfomas”. O presidente sublinhou que este último tema “é muito relevante também para nós dermatologistas, uma vez que o linfoma cutâneo é uma doença que pode mimetizar e simular outras dermatoses, e, portanto, há necessidade de ganharmos competência nessa área”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspeto central foi a valorização da colaboração interdisciplinar, refletida “nos simpósios colaborativos, também com outras especialidades, revelando que muitas das nossas rubricas atualmente na nossa atividade clínica são multidisciplinares.” O presidente da SPDV referiu ainda que, “o advento de novos tratamentos e de novos fármacos para as doenças imunomediadas” exige uma cooperação e multidisciplinaridade, já que esses fármacos, entre outros aspetos, “podem ter implicações em termos de efeitos laterais no doente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso ocorreu de 6 a 8 de novembro, em Lisboa.</p>
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