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	<title>Sofia Freitas, Author at My Dermatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
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		<title>Abordagem da acne deve focar-se no impacto psicológico e na simplificação de rotinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso do tratamento da acne vulgar vai muito além da eficácia clínica, dependendo criticamente da gestão das expectativas, da Saúde Mental e da relação de confiança estabelecida na consulta. Em entrevista, Catarina Queirós, da ULS Santa Maria, analisou o profundo impacto psicossocial desta patologia nos jovens. A especialista destacou as principais barreiras à adesão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O sucesso do tratamento da acne vulgar vai muito além da eficácia clínica, dependendo criticamente da gestão das expectativas, da Saúde Mental e da relação de confiança estabelecida na consulta. Em entrevista, <strong>Catarina Queirós</strong>, da ULS Santa Maria, analisou o profundo impacto psicossocial desta patologia nos jovens. A especialista destacou as principais barreiras à adesão aos tratamentos tópicos e partilhou estratégias práticas para o acompanhamento clínico, avaliando ainda o papel que as ferramentas digitais podem assumir na monitorização diária dos doentes. Assista à entrevista.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de uma doença visível que afeta sobretudo os adolescentes e jovens adultos, a acne acarreta uma carga emocional muito pesada. Numa fase da vida em que a autoimagem assume um papel central, as consequências estendem-se às esferas pessoal e social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A acne, desde logo, é uma doença visível, portanto tem um impacto na autoestima significativo. Afeta uma faixa etária (&#8230;) em que a imagem é muito importante e, portanto, acaba por ter um impacto não só na autoestima como também a nível de relações interpessoais, às vezes até mesmo por questões profissionais. E isto acaba muitas vezes por condicionar <s>o</s> mesmo quadros de ansiedade e depressão associada à patologia&#8221;, alertou Catarina Queirós.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este sofrimento psicológico interfere de forma direta na forma como os doentes encaram a terapêutica. Sentindo-se afetados na sua imagem, os jovens procuram soluções imediatas. Contudo, a ausência de melhorias no curto prazo gera frustração: &#8220;Os doentes esperam respostas rápidas. E isso nem sempre é aquilo que acontece na prática e, portanto, a desmotivação também pode ser grande&#8221;, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A relação médico-doente e a gestão de expectativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para inverter a desmotivação, a comunicação surge como o principal instrumento do dermatologista na consulta. É vital desmistificar a ideia de que existem curas milagrosas e preparar o jovem para o percurso do tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista considera que a relação médico-doente assume uma &#8220;importância primordial&#8221; nesta faixa etária. Cabe ao profissional de saúde explicar detalhadamente o funcionamento da terapêutica, frisando que a aplicação regular — quer dos fármacos tópicos, quer dos orais — é obrigatória para obter resultados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É fundamental explicarmos muito bem a terapêutica, adequarmos as expectativas, explicarmos ao doente que os resultados levam tempo, que não vai ser uma coisa que vá melhorar em dias. E explicar que podem existir alguns efeitos secundários, pode haver algum desconforto associado à terapêutica e que tudo isso é normal e que com o passar do tempo os resultados vão chegar&#8221;, recordou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Superar as barreiras dos tratamentos tópicos: &#8220;Menos é mais&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Catarina Queirós, a principal limitação dos tratamentos tópicos disponíveis prende-se com a sua tolerabilidade cutânea. Sintomas como a secura da pele, o ardor ou o eritema são comuns e desmotivam frequentemente a continuidade do esquema terapêutico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos efeitos secundários, a complexidade dos cuidados diários afasta os mais novos. O segredo, disse, reside na simplicidade e no pragmatismo das rotinas prescritas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nesta faixa etária, sobretudo os adolescentes, também temos que ter em atenção a facilidade dos esquemas (&#8230;) porque se prescrevermos uma rotina muito complexa, com muitos passos, o adolescente provavelmente não vai seguir. Portanto, muitas vezes menos é mais&#8221;, referiu.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que exequível, devem privilegiar-se fármacos em associação no mesmo produto para reduzir o número de aplicações seguidas. Além disso, se o jovem for antecipadamente informado sobre as reações normais da pele, irá reagir muito melhor e não abandonará o tratamento por medo ou desconhecimento. Este processo deve ser acompanhado por um seguimento clínico periódico, com consultas de revisão presenciais para avaliar o progresso, ajustar o que não correu tão bem e manter o doente motivado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel da inteligência artificial no </strong><strong><em>follow-up</em></strong><strong> digital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o impacto da inovação digital no quotidiano clínico, a dermatologista afirmou que a tecnologia pode funcionar como uma aliada no tratamento, especialmente como um elo de ligação entre as consultas hospitalares. A especialista antevê que estas ferramentas facilitem a monitorização da evolução das lesões e permitam fazer um acompanhamento à distância em casos particulares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;E, talvez até mais importante, estes sistemas podem ajudar no aumento da adesão terapêutica. Por exemplo, ao lembrar o doente da aplicação correta dos tópicos, penso que poderá ser eventualmente uma boa ajuda&#8221;, terminou.</p>
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		<title>Primeiras Jornadas de História da Dermatovenereologia: Um périplo pelas origens da especialidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos passados dias 11 e 12 de abril, a vila de Constância foi o cenário das Primeiras Jornadas de História da Dermatovenereologia, um evento que marcou a afirmação do recém-criado Grupo de Estudos da História da Dermatovenereologia. Sob a presidência de Rui Tavares Bello, o encontro reuniu especialistas num périplo pelas origens, cruzando a herança [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Nos passados dias 11 e 12 de abril, a vila de Constância foi o cenário das Primeiras Jornadas de História da Dermatovenereologia, um evento que marcou a afirmação do recém-criado Grupo de Estudos da História da Dermatovenereologia. Sob a presidência de <strong>Rui Tavares Bello</strong>, o encontro reuniu especialistas num périplo pelas origens, cruzando a herança de figuras como Zeferino Falcão com a literatura de Camões e os primórdios da Medicina egípcia. Em entrevista, o organizador deste evento sublinhou que o estudo do passado não é um exercício de nostalgia, mas uma necessidade prática e ética: &#8220;A história é algo que nós não podemos esquecer; é com ela que aprendemos todos os dias e, muitas vezes, com um interesse prático imediato&#8221;. Veja a entrevista completa.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Embora a ideia tenha surgido há cerca de sete anos, o GEHDV consolidou-se no último triénio com o objetivo de preencher uma lacuna no panorama médico nacional. Para Rui Tavares Bello, a história da Dermatologia é das mais ricas da Medicina, e conhecê-la é fundamental para a aplicação prática do saber moderno. &#8220;Muitas vezes, aquilo que adaptamos do conhecimento moderno recorre a conhecimentos e soluções antigas&#8221; , explicou o especialista, dando como exemplo o fenómeno de <em>repurposing</em>, onde fármacos antigos são resgatados para tratar doenças novas quando as opções atuais falham.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As lições da lepra e da sífilis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O percurso do Grupo tem sido marcado pelo estudo aprofundado de grandes marcos epidemiológicos. Após um foco inicial na lepra, o GEHDV dedicou-se à sífilis, a &#8220;segunda grande pandemia&#8221;. Mais do que o aspeto técnico, estas patologias permitiram revisitar a ética médica. O dermatologista recordou episódios da investigação no século XX, como o caso de Tuskegee, onde se negou tratamento a populações indefesas para estudar a história natural da doença. &#8220;Vimos o aspeto ético e da relação médico-doente&#8221;, referiu, sublinhando que estes &#8220;atropelos&#8221; do passado servem de alerta para a prática contemporânea.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O balanço das Primeiras Jornadas</strong> <strong>de História da Dermatovenereologia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As Jornadas, que contaram com cerca de 30 participantes, foram descritas como um sucesso de partilha e descoberta. O programa incluiu desde uma exposição bibliográfica de livros raros até visitas carregadas de simbolismo, como a casa de campo de Zeferino Falcão — o primeiro dermatologista português reconhecido — local onde o médico dava consultas gratuitas aos mais carenciados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também &#8220;deu um salto às origens&#8221; com comunicações sobre a Medicina no antigo Egito, e até explorou as referências a doenças da pele nas obras de Luís de Camões. Para o presidente do GEHDV, o balanço final reforça uma mensagem essencial: recordar que o progresso da Medicina é um processo contínuo de aprendizagem com quem nos precedeu.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte as imagens do evento captadas por<strong> </strong>Rui Tavares Bello</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Psoríase nos Cuidados de Saúde Primários: “O médico de família tem um papel central na vigilância longitudinal do doente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psoríase continua a representar um desafio nos Cuidados de Saúde Primários devido à elevada prevalência e a diversidade de apresentações clínicas que dificultam o diagnóstico precoce. No âmbito das XVI Jornadas de Dermatologia &#38; Dermocosmética em MGF, a dermatologista Joana Antunes partilhou uma visão prática sobre a abordagem à patologia em contexto de consulta. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A psoríase continua a representar um desafio nos Cuidados de Saúde Primários devido à elevada prevalência e a diversidade de apresentações clínicas que dificultam o diagnóstico precoce. No âmbito das XVI Jornadas de Dermatologia &amp; Dermocosmética em MGF, a dermatologista <strong>Joana Antunes</strong> partilhou uma visão prática sobre a abordagem à patologia em contexto de consulta. A especialista destacou sinais de alerta, estratégias terapêuticas e a importância de uma vigilância contínua e integrada. Em entrevista, a médica aprofunda os principais desafios e deixa recomendações para a prática clínica diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) I</strong> <strong>Tendo em conta que a psoríase afeta cerca de 4,4% da população portuguesa e que uma parte significativa permanece por diagnosticar, quais são os principais obstáculos ao diagnóstico precoce em Cuidados de Saúde Primários?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Joana Antunes (JA) I</strong> O principal desafio reside na elevada variabilidade clínica da psoríase, que pode assumir formas pouco típicas ou localizações menos evidentes. Em Cuidados de Saúde Primários, a sobreposição com dermatoses frequentes, como eczema ou dermatite seborreica, contribui para atrasos diagnósticos. Acresce ainda a desvalorização de formas ligeiras por parte dos próprios doentes, que frequentemente não procuram observação médica. A limitação de tempo em consulta e a ausência de ferramentas simples de apoio à decisão também podem dificultar uma avaliação mais detalhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I</strong> <strong>Na sua apresentação, destacou o Sinal de Auspitz e a importância do diagnóstico diferencial (dermatite seborreica, eczema numular, etc.). Que conselhos práticos daria ao médico de família para distinguir com segurança uma placa de psoríase de outras dermatoses comuns em consulta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I </strong>A psoríase clássica apresenta placas eritematosas bem delimitadas, com escama espessa e esbranquiçada. Estas lesões são frequentemente simétricas e localizam-se em superfícies extensoras. O sinal de Auspitz, embora não seja específico, pode ser útil. É igualmente importante valorizar a distribuição das lesões, a cronicidade e a resposta a terapêuticas prévias. Em caso de dúvida, a referenciação ou o recurso à teledermatologia pode ser determinante para o doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I Sabendo que a psoríase artropática compromete gravemente a qualidade de vida, que sinais de alerta precoces devem motivar uma referenciação urgente ou uma investigação mais dirigida por parte do médico de MGF?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I</strong> A presença de dor articular de características inflamatórias deve levantar suspeita clínica. Os sintomas incluem rigidez matinal prolongada, melhoria com o movimento e agravamento em repouso, além de dactilite (“dedo em salsicha”) ou entesite. Alterações ungueais, como <em>pitting </em>ou onicólise, reforçam a possibilidade de diagnóstico quando associadas a queixas articulares. A identificação precoce é crucial, dado o risco de dano estrutural irreversível e impacto funcional significativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I Com a crescente utilização de agentes biológicos (como Anti-TNF, Anti IL-17 ou IL-23), qual deve ser o papel do médico de família na monitorização de efeitos adversos comuns ou na vigilância de comorbilidades (risco cardiovascular, síndrome metabólica) nestes doentes seguidos em ambiente hospitalar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I</strong> O médico de família tem um papel central na vigilância longitudinal do doente, nomeadamente na identificação precoce de efeitos adversos, no controlo de infeções e na monitorização de comorbilidades. O acompanhamento inclui o controlo do risco cardiovascular, da obesidade e da síndrome metabólica. Além disso, este profissional contribui para reforçar a adesão terapêutica e para uma abordagem global centrada no doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I Na sua palestra, explicou que a associação fixa destes dois princípios ativos permite uma &#8220;sinergia de ação&#8221;, onde a betametasona minimiza a irritação do calcipotriol e este atenua a atrofia cutânea causada pelo corticoide. Perante esta complementaridade, a utilização destes fármacos de forma isolada ainda tem lugar no tratamento da psoríase no adulto ou a associação fixa deve ser sempre a norma. Se for este o caso, porquê?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I</strong> A associação fixa de um análogo da vitamina D com um corticoide constitui a estratégia preferencial. Esta abordagem oferece eficácia superior e melhor tolerabilidade, devido à complementaridade dos mecanismos de ação. Ainda assim, a utilização isolada pode ocorrer em situações específicas, como em fases de manutenção, em áreas sensíveis ou quando é necessário individualizar o esquema terapêutico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o calcipotriol não se encontra disponível no mercado português em formulação isolada. A substância está disponível apenas em associação fixa com corticoide. Como alternativa em monoterapia, existe o calcitriol, outro análogo da vitamina D.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I O esquema apresentado define 4 semanas para o couro cabeludo e 8 semanas para o tronco e membros. No entanto, muitos doentes desistem por não saberem como remover corretamente o gel. De que forma é que a explicação detalhada do modo de aplicação e da lavagem pode reduzir as taxas de abandono do tratamento na MGF?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I</strong> A adesão terapêutica depende da compreensão do doente sobre o tratamento. Explicações simples e práticas reduzem a frustração e aumentam a confiança na terapia. Um exemplo é a instrução sobre a correta aplicação de champô em cabelo seco no couro cabeludo. Estes detalhes técnicos garantem um impacto significativo na continuidade e eficácia terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF I O algoritmo de referenciação que partilhou sugere que doentes com psoríase moderada a grave ou com localizações de elevado impacto devem ser orientados para Dermatologia. Além da gravidade cutânea, qual é a importância do médico de família no rastreio sistemático de comorbilidades e na suspeita de artrite psoriática para uma referenciação precoce para Reumatologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JA I</strong> O médico de família desempenha um papel determinante na abordagem integrada da psoríase. Além da avaliação cutânea, é fundamental o rastreio sistemático de comorbilidades associadas, nomeadamente cardiovasculares e metabólicas. A suspeita precoce de artrite psoriática permite uma referenciação atempada para Reumatologia, com impacto direto na prevenção de incapacidade e na melhoria da qualidade de vida.</p>
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