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	<title>My Dermatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
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	<title>My Dermatologia</title>
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		<title>Onicomicoses no EADV 2026: a urgência do diagnóstico micológico antes de iniciar a terapêutica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o segundo dia do Congresso da European Academy of Dermatology and Venereology (EADV 2026), André Lencastre participou na sessão da European Nail Society com o tema &#8220;Onychomycosis&#8221;, abordando uma das patologias mais frequentes na consulta diária de Dermatologia. Em entrevista, o especialista do Hospital de Cascais e do Hospital da Luz Lisboa defende a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante o segundo dia do Congresso da <em>European Academy of Dermatology and Venereology</em> (EADV 2026), <strong>André Lencastre </strong>participou na sessão da <em>European Nail Society</em> com o tema &#8220;Onychomycosis&#8221;, abordando uma das patologias mais frequentes na consulta diária de Dermatologia. Em entrevista, o especialista do Hospital de Cascais e do Hospital da Luz Lisboa defende a obrigatoriedade da confirmação laboratorial da infeção fúngica antes da prescrição terapêutica, congratula-se com o interesse crescente dos médicos pela patologia ungueal e faz um balanço francamente positivo do Congresso europeu em Viena. Assista ao vídeo.</p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O rigor no diagnóstico micológico como chave do sucesso terapêutico</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A onicomicose representa uma percentagem expressiva das consultas dermatológicas, sendo amplamente reconhecida pelo seu tratamento demorado e laborioso. Para André Lencastre, a eficácia do tratamento depende criticamente da fase inicial de diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A onicomicose afeta uma elevada percentagem de pessoas e o tratamento é laborioso e demorado. Por isso, é fundamental que o diagnóstico seja bem fundamentado, não só do ponto de vista clínico, mas também com recurso a exames complementares, nomeadamente a recolha para exame micológico direto e cultura&#8221;, alerta o dermatologista. O especialista acrescenta que &#8220;a maioria das pessoas tem a ideia de que o tratamento das micoses é muito difícil, mas será ainda mais difícil se, efetivamente, o diagnóstico estiver mal feito&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os dermatófitos continuem a ser os principais responsáveis por esta patologia, o dermatologista adverte para a prevalência de outros agentes fúngicos que exigem abordagens farmacológicas distintas<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nada mudou de forma significativa na prática médica nos últimos anos no que às onicomicoses diz respeito. A maioria — cerca de 60% — é provocada por fungos dermatófitos, mas não nos podemos esquecer de que há uma percentagem relevante provocada por leveduras e por fungos filamentosos não-dermatófitos, ou seja, por bolores&#8221;, detalha André Lencastre. O médico salienta que &#8220;o tratamento de qualquer uma destas formas exige saber exatamente qual é o agente patogénico que estamos a tratar, pois a seleção do fármaco específico vai ser diferente&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O palestrante recorda ainda que os fatores de risco mantêm-se prevalentes na população, associados ao envelhecimento, insuficiência venosa crónica, diabetes e ao uso de calçado fechado. Contudo, nota com otimismo a evolução da especialidade: &#8220;Tem havido um interesse maior dos dermatologistas por diagnosticar, perceber e tratar melhor a patologia das unhas, que muitas vezes estava numa área um pouco órfã da Dermatologia&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A afirmação dos dermatologistas portugueses na arena europeia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A fechar a conversa, o especialista expressou a sua satisfação pelo nível de participação e qualidade científica demonstrados pela delegação nacional no Congresso de Viena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É muito bom ver que não só temos dermatologistas portugueses a assistir às sessões e a acompanhar o estado da arte, mas também os vejo a comunicar o estado da arte&#8221;, refere André Lencastre. &#8220;O Congresso Europeu é uma oportunidade muito valiosa na atualização e transmissão de conhecimento médico. A minha avaliação é francamente positiva&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Viena recebeu o Congresso da EADV durante quatro dias com um programa científico bastante completo. </p>
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		<title>“Uma doença com impacto brutal na infância”: estudo multicêntrico analisa dez anos de tratamento sistémico da alopecia areata pediátrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 13:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nuno Gomes, da ULS Alto Minho, apresentou um poster focado no estudo multicêntrico retrospetivo “Systemic treatment of pediatric moderate-to-severe alopecia areata in Portugal”, desenvolvido sob a égide do Grupo Português de Dermatologia Pediátrica, no Congresso da European Academy of Dermatology and Venereology (EADV 2026). Em entrevista, o especialista explica que foram analisados dados de 62 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nuno Gomes</strong>, da ULS Alto Minho, apresentou um <em>poster </em>focado no estudo multicêntrico retrospetivo “Systemic treatment of pediatric moderate-to-severe alopecia areata in Portugal”, desenvolvido sob a égide do Grupo Português de Dermatologia Pediátrica, no Congresso da <em>European Academy of Dermatology and Venereology</em> (EADV 2026). Em entrevista, o especialista explica que foram analisados dados de 62 doentes pediátricos tratados em Portugal entre 2015 e 2025. O dermatologista alerta para o impacto devastador da doença na infância e juventude, marcado por episódios graves de <em>bullying</em> e sofrimento psicológico, e orgulha-se com a transição de um período de &#8220;inércia terapêutica&#8221; para uma era de tratamentos dirigidos e altamente eficazes. Assista às declarações.</p>



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<iframe title="01_05_NUNO PRETO GOMES" src="https://player.vimeo.com/video/1231978478?h=fec0e16128&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O trabalho apresentado no Congresso em Viena reuniu dados recolhidos ao longo de uma década por especialistas do Grupo Português de Dermatologia Pediátrica, analisando a abordagem a formas moderadas a graves da doença em doentes com idade igual ou inferior a 18 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este trabalho resultou de uma iniciativa motivada pelo facto de estarmos perante uma doença que foi algo negligenciada ao longo do tempo&#8221;, explica Nuno Gomes. &#8220;Falamos de doentes em idade pediátrica com um impacto enorme na qualidade de vida, que sofrem muito bullying e perdem oportunidades por causa da alopecia areata, particularmente nas formas mais graves&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo identificou 62 doentes pediátricos submetidos a um total de 113 cursos terapêuticos sistémicos. &#8220;A maioria dos doentes teve o diagnóstico por volta dos sete anos de idade e iniciou o tratamento sistémico por volta dos dez anos, com um tempo médio de tratamento a rondar os 14 meses&#8221;, detalha o especialista, reforçando a importância de documentar a prática clínica real no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história do tratamento da alopecia areata é caracterizada por longos períodos de opções terapêuticas limitadas e de eficácia reduzida, um cenário que está agora em rápida transformação<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tivemos muitos anos de inércia terapêutica em que não tínhamos grandes novidades e fazíamos uma supressão inespecífica&#8221;, recorda o médico. &#8220;Felizmente, à semelhança do que aconteceu na psoríase e na dermatite atópica, temos agora na alopecia areata uma grande investigação e novos tratamentos a surgir, muito mais eficazes do que tínhamos no passado. O objetivo do trabalho foi refletir esta evolução, chamar a atenção para estes doentes e olhar para o futuro com mais esperança&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dermatologista aproveitou para refletir sobre as dificuldades sentidas na prática diária na hora de garantir o acesso dos doentes às novas terapêuticas junto das estruturas de saúde<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O impacto destas patologias é algo profundamente percecionado por nós, dermatologistas. Muitas vezes é difícil justificar determinados fármacos a colegas de outras especialidades por causa do preço, porque quem vive o dia a dia da doença dermatológica é o doente e o seu médico&#8221;, salienta Nuno Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista encerra destacando a importância da presença da Dermatologia portuguesa no Congresso Europeu: &#8220;O EADV é um Congresso muito importante, com cerca de 20 000 participantes e em constante crescimento. É um fórum essencial para atualizações e uma oportunidade excelente para trazermos trabalhos que reflitam a realidade nacional e demonstrem que a Dermatologia mudou para melhor&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro, Viena enche-se de especialistas para abordar as novidades em Dermatologia. </p>
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		<item>
		<title>EADV Clinical Care Award 2026: “Este prémio pertence a todos os que trabalham graciosamente pelos doentes”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 13:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dermatologista português António Massa foi homenageado pela European Academy of Dermatology and Venereology com o prestigiado EADV Clinical Care Award 2026. Em entrevista, gravada durante o Congresso em Viena, o especialista partilha a emoção de receber uma distinção atribuída pela primeira vez a um médico português, sublinhando que pertence a toda a equipa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O dermatologista português <strong>António Massa</strong> foi homenageado pela <em>European Academy of Dermatology and Venereology</em> com o prestigiado EADV <em>Clinical Care Award</em> 2026. Em entrevista, gravada durante o Congresso em Viena, o especialista partilha a emoção de receber uma distinção atribuída pela primeira vez a um médico português, sublinhando que pertence a toda a equipa de profissionais que há décadas trabalha graciosamente em missões de apoio humanitário em Portugal e nos países de língua oficial portuguesa. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph">Atribuído desde 2010 pela EADV, o <em>Clinical Care Award</em> visa reconhecer a excelência e o impacto direto no atendimento clínico ao doente. Para António Massa, a atribuição deste galardão representa um marco de enorme orgulho institucional e nacional: “É uma honra, não só pessoal como do país. Ser um português traz um conforto enorme”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista faz questão de partilhar o mérito com o grupo de voluntários que lidera e integra desde a década de 1990: “Pensando bem, nunca fiz isto com essa intenção. As primeiras ações começaram em 1992, quando estava no segundo ano da Direção do Serviço de Dermatologia de Santo António e pensei: Como é que vou ajudar as pessoas da minha terra?”. A iniciativa começou em Freixo de Espada à Cinta e cresceu para uma rede de cerca de 40 médicos que viajam para áreas carenciadas e para países como Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a entrevista, e abordando a evolução da prática dermatológica, António Massa reforça que, apesar do advento de terapêuticas biológicas e de maior precisão, a observação direta continua a ser a essência insubstituível da especialidade. “A Dermatologia vive muito da observação. Na nossa abordagem, a primeira coisa que quero ver é a pele; a partir daí é que vem a história clínica”, afirma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Projeção da Dermatologia portuguesa </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O prémio da EADV junta-se a outros reconhecimentos internacionais do especialista, como a distinção da <em>International League of Dermatological Societies</em> (ILDS). António Massa aproveita para destacar a projeção da Medicina nacional no acolhimento de congressos internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tenho tido uma postura de total disponibilidade para colaborar e para receber bem as pessoas. Nas minhas apresentações lá fora, não ponho apenas ciência fria: ponho Portugal. É este entendimento e este acolhimento genuíno que criam laços e trazem os maiores especialistas mundiais ao nosso país”, conclui o médico, antecipando os grandes encontros internacionais que continuam a dinamizar a Dermatologia portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso da EADV decorre entre 30 de setembro e 3 de outubro, em Viena.</p>
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		<item>
		<title>“Ultrapassámos a Academia americana”: Margarida Gonçalo destaca o êxito do EADV 2026 e apela à investigação em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 12:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em balanço do Congresso da European Academy of Dermatology and Venereology (EADV), a Secretária-Geral da Academia, Margarida Gonçalo, revela que o encontro em Viena alcançou mais de 20 mil participantes. Em entrevista, a especialista destaca a afirmação científica da delegação portuguesa, resume a sua intervenção no programa científico e deixa um alerta sobre a necessidade [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em balanço do Congresso da <em>European Academy of Dermatology and Venereology</em> (EADV), a Secretária-Geral da Academia, <strong>Margarida Gonçalo</strong>, revela que o encontro em Viena alcançou mais de 20 mil participantes. Em entrevista, a especialista destaca a afirmação científica da delegação portuguesa, resume a sua intervenção no programa científico e deixa um alerta sobre a necessidade de preservar a investigação clínica no Serviço Nacional de Saúde. Assista ao vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A dimensão e a afluência ao EADV 2026 superaram as expetativas da própria organização, ultrapassando outros grandes fóruns globais da especialidade. &#8220;Tenho a certeza de que este Congresso será o que bateu os recordes de todos os Congressos de Dermatologia&#8221;, afirma Margarida Gonçalo. &#8220;Neste momento já temos 20 300 inscritos, o que ultrapassa inclusivamente o Congresso da Academia Americana de Dermatologia. As salas estão completamente cheias e o feedback é que o programa científico está excelente&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A par dos números globais, a especialista sublinha a visibilidade crescente dos médicos portugueses nas sessões científicas e nas apresentações de trabalhos: &#8220;A presença dos portugueses durante alguns anos era muito limitada, mas neste momento temos dez participantes portugueses convidados pela comissão científica — um número muito significativo —, além de um volume muito relevante de posters apresentados por colegas de Portugal&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Avanços no prurido crónico e o caminho para a estratificação por subtipos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua intervenção científica no Congresso, a especialista abordou o algoritmo de diagnóstico e tratamento do prurido crónico, uma patologia altamente incapacitante e em clara expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O prurido crónico é uma situação cada vez mais frequente e, como começamos a ter tratamentos, também nos chegam muito mais doentes&#8221;, explica a dermatologista. A médica enfatiza que a chegada de novas opções farmacológicas veio revolucionar esta área: &#8220;Começa a haver medicamentos que conseguem resolver a situação destes doentes. Há subtipos de doentes na dermatite atópica, no prurido, na psoríase ou na hidradenite supurativa, e não podemos ter um tratamento igual para todos. A Dermatologia está a caminhar para identificar subtipos e adaptar os tratamentos a cada um deles&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Investigação multicêntrica e o desafio da retenção de talento no SNS</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos ganhos diretos no conhecimento clínico, a Secretária-Geral da EADV defende que estes grandes fóruns devem ser aproveitados pela comunidade médica nacional para alavancar parcerias internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O nosso objetivo é tratar melhor os doentes e dar-lhes qualidade de vida, porque os doentes com problemas dermatológicos sofrem muito&#8221;, refere. No entanto, deixa um apelo focado na sustentabilidade da investigação em Portugal: &#8220;Espero que haja oportunidade para criar conexões e integrar cada vez mais equipas portuguesas em estudos multicêntricos e ensaios clínicos — algo que em Coimbra temos promovido ao máximo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista conclui alertando para o impacto da fuga de quadros dos hospitais públicos: &#8220;Infelizmente, a grande passagem de dermatologistas do Serviço Nacional de Saúde ou das instituições universitárias para entidades privadas limita um pouco esta possibilidade. Espero que ainda restem profissionais nestes centros onde haja não só assistência, mas também investigação em Dermatologia, que é algo que prezo muito e gostaria que continuasse em Portugal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Viena foi o cenário escolhido para mais uma edição do Congresso da EADV. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Viena acolhe Congresso da EADV com forte representação nacional</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/viena-acolhe-congresso-da-eadv-com-forte-representacao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arrancou em Viena, na Áustria, a 35.ª edição do Congresso da European Academy of Dermatology and Venereology (EADV), que decorre de 30 de setembro a 3 de outubro. O evento, que regressa à capital austríaca pela quinta vez na sua história, reúne milhares de especialistas mundiais para discutir os mais recentes avanços na investigação, diagnóstico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Arrancou em Viena, na Áustria, a 35.ª edição do Congresso da <em>European Academy of Dermatology and Venereology</em> (EADV), que decorre de 30 de setembro a 3 de outubro. O evento, que regressa à capital austríaca pela quinta vez na sua história, reúne milhares de especialistas mundiais para discutir os mais recentes avanços na investigação, diagnóstico e tratamento das doenças dermatológicas, contando com uma presença de enorme relevo da comunidade médica e científica portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação nacional assume este ano um peso institucional e científico digno de nota na estrutura do EADV 2026. A comissão científica e a organização do Congresso convidaram 10 especialistas portugueses para intervir em reuniões e sessões de trabalho como palestrantes e moderadores de painel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esta representação nos palcos principais soma-se um elevado volume de trabalhos de investigação científica de origem nacional, com mais de 12 <em>posters </em>em apresentação, refletindo a capacidade de produção científica da Dermatologia em Portugal nas suas diferentes áreas de especialização.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sessão de abertura: cooperação científica e otimismo para quatro dias de trabalhos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O fecho do primeiro dia de trabalhos, a 30 de setembro, ficou marcado pela realização da cerimónia oficial de abertura do Congresso no auditório principal, juntando líderes da Academia num momento de reflexão e boas-vindas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a cerimónia, a presidente da EADV, <strong>Branka Marinovic</strong>, enfatizou a amplitude e a exigência do programa científico preparado para este ano: &#8220;Espero que desfrutem das nossas sessões. Desejo a todos um Congresso bem-sucedido e inspirador&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos quatro dias do encontro, o programa do EADV 2026 abordará temas de vanguarda como os novos tratamentos biológicos na psoríase e dermatite atópica, Oncologia cutânea, inteligência artificial aplicada ao diagnóstico dermatológico e novas estratégias na gestão de infeções sexualmente transmissíveis. Veja os melhores momentos através da galeria.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214683" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214683" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-59-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214682" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214682" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-9-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214679" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214679" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-61-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214684" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214684" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-55-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214685" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214685" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-2048x1365.jpg 2048w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-28_SANOFI-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214686" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214686" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-14-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214678" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214678" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-11-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214677" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214677" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-767x511.jpg 767w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-2048x1365.jpg 2048w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-15-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214681" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214681" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-7-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214680" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214680" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-2048x1365.jpg 2048w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-5-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214687" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214687" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-767x511.jpg 767w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-3-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="214688" src="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-214688" srcset="https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-600x400.jpg 600w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-300x200.jpg 300w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-768x512.jpg 768w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-1536x1024.jpg 1536w, https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2026/10/01_EADV-2026-2-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Jornadas de Dermatologia e Dermocosmética em MGF realizam-se em março de 2027</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/eventos/jornadas-de-dermatologia-e-dermocosmetica-em-mgf-realizam-se-em-marco-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carcavelos recebe, nos dias 4 e 5 de março de 2027, a 17.ª edição das Jornadas de Dermatologia e Dermocosmética em Medicina Geral e Familiar (MGF). A NOVA SBE – Campus de Carcavelos é o palco desta iniciativa dedicada à atualização e partilha de conhecimentos na área da Dermatologia no contexto dos Cuidados de Saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Carcavelos recebe, nos dias 4 e 5 de março de 2027, a 17.ª edição das Jornadas de Dermatologia e Dermocosmética em Medicina Geral e Familiar (MGF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NOVA SBE – Campus de Carcavelos é o palco desta iniciativa dedicada à atualização e partilha de conhecimentos na área da Dermatologia no contexto dos Cuidados de Saúde Primários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização das jornadas conta com uma equipa liderada por Luiz Leite, que assume a presidência honorária, por Marisa Carpinteiro André, presidente executiva, e Pedro de Moura Reis, secretário-geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais do evento <a href="https://www.prismedica.pt/event/17as-jornadas-de-dermatologia-e-dermocosmetica-em-mgf/">a</a><a href="https://www.prismedica.pt/event/17as-jornadas-de-dermatologia-e-dermocosmetica-em-mgf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">q</a><a href="https://www.prismedica.pt/event/17as-jornadas-de-dermatologia-e-dermocosmetica-em-mgf/">ui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial e nanopartículas podem abrir caminho a novo tratamento para o acne</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/inteligencia-artificial-e-nanoparticulas-podem-abrir-caminho-a-novo-tratamento-para-o-acne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores analisam o potencial de combinar terapia fototérmica baseada em nanopartículas com inteligência artificial para tratar o acne, numa abordagem que poderá reduzir a produção de sebo e a inflamação da pele. O acne vulgar é uma doença inflamatória crónica da pele que afeta praticamente todas as pessoas em algum momento da vida e tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Investigadores analisam o potencial de combinar terapia fototérmica baseada em nanopartículas com inteligência artificial para tratar o acne, numa abordagem que poderá reduzir a produção de sebo e a inflamação da pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acne vulgar é uma doença inflamatória crónica da pele que afeta praticamente todas as pessoas em algum momento da vida e tem um impacto particularmente significativo na qualidade de vida dos adolescentes. Apesar da existência de vários tratamentos tópicos e orais, alguns casos continuam a representar um desafio clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste contexto que investigadores têm estudado alternativas aos tratamentos convencionais, entre elas a terapia fototérmica (PTT) mediada por nanopartículas. A técnica utiliza nanopartículas capazes de converter luz infravermelha próxima, conhecida como NIR, em calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através deste processo, o calor poderá atuar sobre as glândulas sebáceas hiperativas, contribuindo para diminuir a produção de sebo e a inflamação associada ao acne. Ao contrário de alguns tratamentos farmacológicos, esta abordagem procura atuar diretamente sobre os mecanismos envolvidos na formação das lesões através de uma fonte de energia luminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das áreas que está a despertar interesse é a combinação desta tecnologia com inteligência artificial (IA). Segundo a revisão científica, a IA poderá ajudar a identificar lesões de acne de forma mais precisa, acompanhar a evolução da pele em tempo real e adaptar o tratamento às características de cada doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração das duas tecnologias poderá, em teoria, permitir analisar grandes quantidades de informação de forma rápida, melhorar a identificação das lesões e acompanhar a resposta ao tratamento. Os investigadores defendem que esta combinação poderá contribuir para tornar os procedimentos mais eficientes e personalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42691576/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Alopecia e psoríase associadas a maior vergonha corporal e sofrimento psicológico</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/alopecia-e-psoriase-associadas-a-maior-vergonha-corporal-e-sofrimento-psicologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver com uma doença dermatológica visível pode ter consequências que vão muito além da pele. Um estudo que envolveu 522 adultos encontrou diferenças significativas entre pessoas da população geral e indivíduos com alopecia ou psoríase, sobretudo ao nível da vergonha relacionada com o corpo, dos sintomas de depressão e da autocompaixão. A investigação contou com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Viver com uma doença dermatológica visível pode ter consequências que vão muito além da pele. Um estudo que envolveu 522 adultos encontrou diferenças significativas entre pessoas da população geral e indivíduos com alopecia ou psoríase, sobretudo ao nível da vergonha relacionada com o corpo, dos sintomas de depressão e da autocompaixão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação contou com 377 pessoas da população geral, 78 pessoas com alopecia e 67 com psoríase. Todos os participantes responderam a questionários destinados a avaliar sintomas de ansiedade e depressão, vergonha corporal interna e externa e níveis de autocompaixão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados indicaram que, de forma geral, as pessoas com alopecia ou psoríase apresentavam níveis mais elevados de vergonha corporal e sintomas depressivos e níveis mais baixos de autocompaixão do que os participantes da população geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos participantes com alopecia e psoríase, a autocompaixão apresentou uma associação negativa de moderada a forte com a vergonha corporal interna e externa e com os sintomas depressivos, o que sugere a necessidade de um tratamento multidisciplinar envolvendo a Psicologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao artigo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42625617/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Investigação portuguesa aprofunda o papel do Staphylococcus aureus na dermatite atópica</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/investigacao-portuguesa-aprofunda-o-papel-do-staphylococcus-aureus-na-dermatite-atopica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pele humana é um ecossistema complexo e equilibrado, mas para quem sofre de dermatite atópica, essa harmonia encontra-se quebrada. Novas evidências apontam para que a bactéria Staphylococcus aureus (S. aureus) seja uma das causas deste desequilíbrio. Maria Miragaia, líder do Laboratório de Evolução Bacteriana e Epidemiologia Molecular do Instituto de Tecnologia Química e Biológica [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A pele humana é um ecossistema complexo e equilibrado, mas para quem sofre de dermatite atópica, essa harmonia encontra-se quebrada. Novas evidências apontam para que a bactéria <em>Staphylococcus aureus (S. aureus)</em> seja uma das causas deste desequilíbrio. <strong>Maria Miragaia</strong>, líder do Laboratório de Evolução Bacteriana e Epidemiologia Molecular do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade NOVA de Lisboa (ITQB NOVA), esclarece que esta é uma bactéria que pode fazer parte da microbiota comum, embora &#8220;o seu nicho principal sejam as narinas anteriores&#8221; e não a pele. Contudo, na presença de dermatite atópica, o cenário inverte-se. Como &#8220;a barreira da pele está danificada&#8221;, “criam-se as condições ideais&#8221; para a colonização bacteriana, nomeadamente por <em>S. aureus</em>, que se torna muito mais prevalente.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Maria Miragaia | O papel do Staphylococcus aureus na dermatite atópica" src="https://player.vimeo.com/video/1228429365?h=b1e6ed70a0&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Esta vulnerabilidade é agravada por alterações no sistema imunitário. A investigadora sublinha que &#8220;o sistema imune não responde de uma forma tão eficaz como numa pessoa saudável&#8221;, oferecendo assim as condições ideias para a multiplicação bacteriana. O contraste é significativo: se numa pessoa saudável a taxa de colonização ronda os 20 a 30%, nos doentes com dermatite atópica este valor pode atingir &#8220;cerca de 90%&#8221;.<br>Mais do que um integrante na microbiota da pele, <em>S. aureus</em> parece ter um papel ativo na própria evolução da doença. A sua presença acentua-se &#8220;em fases mais agudas da doença&#8221;, sugerindo que a bactéria contribui para a sua patogénese, ainda que, até ao momento, &#8220;não se percebeu ainda o porquê&#8221;. É exatamente para suprimir esta lacuna no conhecimento que nasce o projeto liderado por Maria Miragaia, centrado no estudo de &#8220;<em>S. aureus</em> isolados de dermatite atópica&#8221;. Perante a escassez e limitação dos estudos atuais, o objetivo da equipa passa por reunir uma vasta coleção global de isolados bacterianos, numa iniciativa que envolve serviços de Dermatologia de &#8220;vários países&#8221;.<br><br>A abordagem metodológica deste projeto passa pela &#8220;sequenciação do genoma total destas bactérias&#8221; com o objetivo de compreender se &#8220;as bactérias que estão nas lesões são diferentes daquelas que normalmente colonizam as pessoas saudáveis&#8221;. Além disso, pretende-se também identificar fatores específicos, como mecanismos de evasão imunitária, resistências a antibióticos ou características de virulência. Um exemplo de um factor de <em>S. aureus</em> com impacto na doença é uma protease que se demonstrou capaz de estimular a comichão em doentes com dermatite atópica, o sintoma mais limitante desta doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista clínico, esta investigação poderá ter impacto na personalização do tratamento, uma vez que poderá permitir &#8220;identificar alvos para novas terapêuticas direccionadas a fatores de <em>S. aureus</em> específicos&#8221;. Atualmente, apesar de se reconhecer a associação da bactéria à doença, &#8220;não é prática os dermatologistas fazerem colheitas por rotina&#8221; para avaliar a sua presença, mas este cenário poderá mudar com o avanço do conhecimento científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigadora revela ainda que o projeto já produziu resultados preliminares relevantes, mais concretamente que as bactérias presentes nas lesões têm &#8220;características genéticas específicas&#8221;, incluindo fatores que favorecem a sua sobrevivência no ambiente particular da lesão da pele e a sua capacidade de evasão ao sistema imunitário. Apesar de estes dados ainda não estarem publicados, são considerados promissores e incentivam a continuidade do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Maria Miragaia destaca a importância da colaboração multidisciplinar para o sucesso do projeto, referindo que &#8220;só conseguimos fazer isto porque trabalhamos em colaboração muito estreita com dermatologistas&#8221;, especialmente com Margarida Gonçalo, Diretora do Serviço de Dermatologia da ULS de Coimbra, bem como com associações de doentes, como a ADERMAP, na pessoa da sua Presidente Joana Camilo, integrando assim dimensões científica, clínica e social. O objetivo futuro passa por aprofundar este conhecimento e contribuir para acelerar o desenvolvimento de melhores estratégias terapêuticas, ajudando a &#8220;melhorar o tratamento dos doentes&#8221;.</p>
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		<title>Dermatite da fralda: diagnóstico, etiologia e estratégias terapêuticas</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/dermatite-da-fralda-diagnostico-etiologia-e-estrategias-terapeuticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dermatologista Ana Nogueira, da Clinica Privada do Hospital da Prelada, explica que a dermatite da fralda tem características clínicas bastante típicas, sendo identificada por “um padrão em W”, com “eritema, afetando as superfícies convexas das pregas da zona da fralda”. Este tipo de dermatose, na maioria dos casos, responde bem a medidas simples, como [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A dermatologista <strong>Ana Nogueira</strong>, da Clinica Privada do Hospital da Prelada, explica que a dermatite da fralda tem características clínicas bastante típicas, sendo identificada por “um padrão em W”, com “eritema, afetando as superfícies convexas das pregas da zona da fralda”. Este tipo de dermatose, na maioria dos casos, responde bem a medidas simples, como “arejamento, creme barreira, uma limpeza adequada e depois umas fraldas super absorventes”, permitindo que “consigamos resolver com alguma facilidade esse tipo de dermatose”. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Dermatite da fralda: diagnóstico, etiologia e estratégias terapêuticas" src="https://player.vimeo.com/video/1186970458?h=f4c45f1948&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">No entanto, alerta para sinais de alarme como “outro tipo de apresentação diferente ou já envolvendo as pregas ou com pápulas satélite”, deve-se suspeitar de diagnósticos alternativos e “tratar de acordo” com essa possibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destaca também os fatores que favorecem esta condição, nomeadamente “o contacto prolongado com as fezes, aquela humidade frequente e a própria barreira cutânea mais imatura do bebé”, que contribuem para um ambiente propício à irritação. Além disso, refere a importância do microbioma, explicando que pode haver “um desequilíbrio do microbioma” que “favorece o aparecimento de irritação e até de sobreinfecção por Candida”, uma complicação relativamente comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, reforça a mensagem essencial: “O mais importante é aquela mensagem do ABCDE de medidas gerais de tratamento, de cuidado e de prevenção da dermatite das fraldas”. Acrescenta ainda que, em situações persistentes ou atípicas, é fundamental “referenciar para consulta”.</p>
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