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	<title>My Dermatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 Aug 2026 11:01:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Dermatologia</title>
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		<title>Especialista defende a união da inovação biológica com a vertente humana e clássica da Dermatologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presente no 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) para partilhar a sua vasta experiência em formulação magistral e prática clínica, o dermatologista espanhol Juan Peris, do Hospital Clínico Universitario de Valencia, abordou a evolução da especialidade ao longo das últimas décadas. O especialista defende a convergência entre os novos tratamentos biológicos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Presente no 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) para partilhar a sua vasta experiência em formulação magistral e prática clínica, o dermatologista espanhol <strong>Juan Peris</strong>, do <em>Hospital Clínico Universitario de Valencia</em>, abordou a evolução da especialidade ao longo das últimas décadas. O especialista defende a convergência entre os novos tratamentos biológicos e a essência da Medicina tradicional, centrada numa história clínica rigorosa e no respeito pelo doente. Assista ao vídeo.</p>



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<iframe title="03_JUAN PERIS (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1214245117?h=857e4d26dd&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Com uma carreira longa na Dermatologia, Juan Peris levou para esta edição do congresso uma perspetiva histórica e prática sobre o ato médico, unindo os ensinamentos clássicos da formulação à inovação farmacológica moderna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Dermatologia evoluiu muito e assistimos agora à erupção dos biológicos e de novos medicamentos. Contudo, não podemos esquecer as coisas boas do passado. Temos de unir o que já tínhamos de bom com aquilo que vem melhorar a nossa prática”, afirmou Juan Peris.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o pilar fundamental do diagnóstico e da relação terapêutica continua a ser a elaboração de uma história clínica exemplar, isenta de preconceitos<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que considero muito importante é fazer uma excelente história clínica, em que o médico elimine qualquer prejuízo para ver e refletir exatamente o que o doente está a vivenciar naquele momento”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terminar, Juan Peris deixou uma mensagem direcionada aos jovens dermatologistas que estão a dar os primeiros passos na carreira, relembrando que a empatia é o ingrediente indispensável para o sucesso terapêutico.“Têm de aprender uma coisa fundamental: o doente é uma pessoa e tem de ser tratado como tal, não como um número. Temos de ser médicos humanos, capazes de dar confiança ao doente. Se não conquistarmos esta confiança, fracassamos no tratamento e na vida”, rematou o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento <em>major </em>da especialidade em Portugal decorreu em Coimbra. </p>
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		<title>Forte adesão intergeracional marca a mais recente edição do Congresso da SPDV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria João Cruz, membro da comissão científica e organizadora do 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), expressou a sua satisfação com o envolvimento dos vários profissionais que têm contacto com o doente dermatológico e com o sucesso da reunião. A especialista sublinhou que a conceção do programa científico foi desenhada à [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maria João Cruz</strong>, membro da comissão científica e organizadora do 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), expressou a sua satisfação com o envolvimento dos vários profissionais que têm contacto com o doente dermatológico e com o sucesso da reunião. A especialista sublinhou que a conceção do programa científico foi desenhada à medida para responder a todas as faixas etárias e áreas de interesse da comunidade nacional. Assista ao testemunho.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="11_MARIA JOÃO" src="https://player.vimeo.com/video/1208724509?h=2f7b7cd6a6&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A conceção do programa científico da 25.ª edição do Congresso da SPDV procurou garantir uma oferta equilibrada que juntasse a experiência à inovação, atraindo médicos em diferentes fases da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um programa pensado por todos os dermatologistas para cobrir todas as áreas de interesse e faixas etárias, contando com participações de alto nível que trazem excelência nacional e internacional à Dermatologia portuguesa”, salientou Maria João Cruz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destacou que a estrutura do encontro foi minuciosamente delineada para &#8220;agradar a gregos e troianos&#8221;, refletindo o excelente nível de adesão e envolvimento que se observou nos trabalhos e sessões do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou muito satisfeita com a organização do congresso. Comparado com outros eventos, é muito dinâmico e participado, que junta jovens, médicos em meio de carreira e seniores. O programa tem sido aprimorado ao longo do tempo para se focar nessas várias áreas de interesse”, terminou a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 decorreu em Coimbra, durante o mês de julho. </p>
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		<item>
		<title>Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia coloca a inovação no centro da especialidade</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/sociedade-portuguesa-de-dermatologia-e-venereologia-coloca-a-inovacao-no-centro-da-especialidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto membro da comissão científica e organizadora do 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), António Fernandes Massa fez um enquadramento dos temas estruturantes do encontro. Das discussões sobre a janela de oportunidade no tratamento da psoríase à personalização terapêutica através da formulação magistral, o especialista alertou ainda para o aumento preocupante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Enquanto membro da comissão científica e organizadora do 25.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), <strong>António Fernandes Massa</strong> fez um enquadramento dos temas estruturantes do encontro. Das discussões sobre a janela de oportunidade no tratamento da psoríase à personalização terapêutica através da formulação magistral, o especialista alertou ainda para o aumento preocupante das infeções sexualmente transmissíveis (IST) em Portugal. Assista à entrevista feita no evento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="04_ANTONIO MASSA" src="https://player.vimeo.com/video/1208724336?h=970a534a11&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O 25.º Congresso da SPDV registou uma afluência massiva, afirmando-se como o grande ponto de reunião e atualização da Dermatologia e Venereologia a nível nacional. Entre os vários temas em destaque, abordou-se a psoríase, a alteração da evolução da doença e o conceito de &#8220;janela de oportunidade&#8221;. A personalização do tratamento através da manipulação magistral foi outro dos tópicos de relevo, com a participação do especialista Juan Peris.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A manipulação é algo que está intimamente ligado à prática dermatológica. Na prática, permite-nos fazer um fato à medida, ou seja, orientar o tratamento de uma forma mais individualizada. Isso é uma mais-valia no tratamento, com ganhos do ponto de vista de eficácia, adequação ao doente e maior precisão”, explicou António Fernandes Massa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa científico encerroucom um curso pós-congresso focado nas infeções sexualmente transmissíveis, promovido pelo Grupo de Estudo das Doenças Sexualmente Transmissíveis (GEIST). O especialista sublinhou a necessidade urgente desta atualização perante o cenário epidemiológico atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trata-se de um refresh de uma patologia que está a aumentar muito. Com a exclusão do perigo do HIV — que hoje em dia já não tem aquele impacto de antigamente e com o surgimento da PrEP —, tem havido uma menor proteção e um grande aumento de infeções. Este continua a ser um tema muito na ordem do dia”, concluiu o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coimbra foi o palco escolhido para o 25.º Congresso da SPDV.</p>
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		<title>25.º Congresso da SPDV termina com balanço positivo e reforço da revolução terapêutica na especialidade</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/25-o-congresso-da-spdv-termina-com-balanco-positivo-e-reforco-da-revolucao-terapeutica-na-especialidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), Alberto Mota, fez um balanço altamente positivo da 25.º edição do congresso nacional, classificando o encontro como uma montra de excelência científica. Em entrevista, o responsável salientou que o constante aparecimento de novas armas terapêuticas exige dos dermatologistas um conhecimento profundo e especializado para garantir [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), <strong>Alberto Mota</strong>, fez um balanço altamente positivo da 25.º edição do congresso nacional, classificando o encontro como uma montra de excelência científica. Em entrevista, o responsável salientou que o constante aparecimento de novas armas terapêuticas exige dos dermatologistas um conhecimento profundo e especializado para garantir o melhor acompanhamento dos doentes. Veja o vídeo. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="10_ALBERTO MOTA_BALANÇO" src="https://player.vimeo.com/video/1208724508?h=0e8047f58b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O evento <em>major </em>da especialidade afirmou-se como um momento central para troca de experiências, proporcionando um programa diversificado e composto por uma elevada adesão dos profissionais da área. Segundo Alberto Mota, o evento cumpriu o seu propósito de partilha de conhecimento, aliando a ciência à vertente prática e histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um balanço muito positivo. O nosso congresso nacional é um momento muito importante de partilha de conhecimentos (&#8230;). Trata-se de um programa muito variado que, além de ser uma verdadeira montra da atividade científica dos Serviços de Dermatologia, também tem e está a ter muitas sessões de atualização dos conhecimentos e aplicações na prática clínica”, sublinhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da SPDV enfatizou que este dinamismo traz a responsabilidade de acompanhar a rápida evolução da especialidade, num momento em que a inovação farmacológica está a transformar o prognóstico de várias patologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos a assistir a uma verdadeira revolução terapêutica, estão quase sempre a brotar novos fármacos. O dermatologista tem realmente de ter uma bagagem muito importante no conhecimento dessas novas armas terapêuticas que, por um lado, aportam esperança aos doentes que sofrem de patologia dermatológica grave, como inflamatória e oncológica, mas, por outro, obrigam o dermatologista a tornar-se um verdadeiro especialista”, reforçou o responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alberto Mota concluiu sublinhando que cabe ao especialista dominar rigorosamente “os mecanismos de ação, os efeitos colaterais e, sobretudo, o lugar e a indicação dessas novas terapêuticas no panorama atual”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 25.º Congresso da SPDV aconteceu em julho, na cidade de Coimbra. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Especialistas reunidos em Lisboa para debater os avanços em Tricologia</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/eventos/especialistas-reunidos-em-lisboa-para-debater-os-avancos-em-tricologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 09:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 5.ª Reunião do Grupo Português de Tricologia (GPTO) reúne especialistas de todo o país para discutir os mais recentes avanços científicos e clínicos no diagnóstico e tratamento das doenças do cabelo e do couro cabeludo. O encontro, promovido pela Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), ocorre em Lisboa no dia 21 de novembro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 5.ª Reunião do Grupo Português de Tricologia (GPTO) reúne especialistas de todo o país para discutir os mais recentes avanços científicos e clínicos no diagnóstico e tratamento das doenças do cabelo e do couro cabeludo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, promovido pela Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), ocorre em Lisboa no dia 21 de novembro e pretende reforçar a atualização científica e a partilha de experiências entre profissionais dedicados a esta área da Dermatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa científico inclui sessões dedicadas às principais patologias capilares, apresentação de casos clínicos, discussão de novas abordagens terapêuticas e atualização sobre a investigação mais recente em Tricologia. O objetivo é promover a troca de conhecimento entre dermatologistas, contribuindo para uma melhor resposta às necessidades dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao evento <a href="https://www.spdv.pt/_5a_reuniao_do_gpto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Stress, má qualidade do sono e estilo de vida aumentam o risco de acne em estudantes universitários</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/stress-ma-qualidade-do-sono-e-estilo-de-vida-aumentam-o-risco-de-acne-em-estudantes-universitarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado junto de 819 estudantes universitários concluiu que um em cada três jovens (33,33%) apresentava acne, identificando vários fatores modificáveis associados ao desenvolvimento desta doença de pele. Os investigadores destacam o stress psicológico e a má qualidade do sono como os principais fatores de risco, sugerindo que melhorar estes aspetos poderá ajudar a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo realizado junto de 819 estudantes universitários concluiu que um em cada três jovens (33,33%) apresentava acne, identificando vários fatores modificáveis associados ao desenvolvimento desta doença de pele. Os investigadores destacam o stress psicológico e a má qualidade do sono como os principais fatores de risco, sugerindo que melhorar estes aspetos poderá ajudar a reduzir a probabilidade de desenvolver acne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise revelou que níveis mais elevados de stress aumentaram significativamente o risco de acne (OR=1,187; p&lt;0,001). Além disso, a má qualidade do sono também esteve associada a um maior risco (OR=1,109; p=0,010).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados identificaram ainda outros fatores independentes associados a um maior risco de acne, incluindo o consumo de bebidas açucaradas (OR=1,561; p=0,027), a alimentação picante (+73,9%; OR=1,739; p=0,003), o tabagismo (+80,9%; OR=1,809; p=0,031), a utilização de produtos de cuidados da pele, que duplicou o risco (OR=2,004; p=0,001), e o tempo excessivo de ecrã, associado a um aumento de 10,7% do risco (OR=1,107; p=0,021).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, a prática de atividades ao ar livre revelou um efeito protetor, estando associada a uma redução de cerca de 32,4% do risco de acne (OR=0,676; p=0,048).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos principais resultados do estudo foi a identificação do papel do sono na relação entre stress e acne. Os investigadores verificaram que o stress não aumenta apenas diretamente o risco de acne, mas também de forma indireta ao prejudicar a qualidade do sono. Esta via indireta foi estatisticamente significativa e explicou cerca de 20,67% do efeito total do stress sobre o desenvolvimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos resultados, os autores sublinham que se trata de um estudo transversal, pelo que não permite estabelecer uma relação de causa e efeito, apenas identificar associações entre os diferentes fatores e a presença de acne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, os investigadores concluem que reduzir o stress, melhorar a qualidade do sono e adotar hábitos de vida mais saudáveis poderão ser estratégias importantes para diminuir o risco de acne entre os jovens adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42278737/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fenómeno “flip-flop”: transição entre psoríase e dermatite atópica exige reconhecimento clínico </title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/fenomeno-flip-flop-transicao-entre-psoriase-e-dermatite-atopica-exige-reconhecimento-clinico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente publicado no Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, aborda a relação dinâmica entre duas das principais doenças inflamatórias cutâneas, a psoríase e a dermatite atópica. A investigação liderada pelo dermatologista português Tiago Torres, descreve e caracteriza, em contexto de prática clínica real, o chamado fenómeno “flip-flop”, uma alteração fenotípica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente publicado no <em>Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology</em>, aborda a relação dinâmica entre duas das principais doenças inflamatórias cutâneas, a psoríase e a dermatite atópica. A investigação liderada pelo dermatologista português Tiago Torres, descreve e caracteriza, em contexto de prática clínica real, o chamado fenómeno “flip-flop”, uma alteração fenotípica associada ao tratamento, em que doentes com psoríase desenvolvem manifestações eczematosas persistentes e, inversamente, doentes com dermatite atópica passam a apresentar características psoriasiformes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente consideradas entidades distintas, com a psoríase associada à inflamação do tipo 17 e a dermatite atópica à inflamação do tipo 2, estas doenças demonstram, segundo os autores, uma plasticidade imunológica relevante quando expostas a terapêuticas dirigidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, observacional, retrospectivo e multinacional, envolveu 148 doentes acompanhados em 17 centros de Dermatologia de seis países. Destes, 68,2% desenvolveram características eczematosas durante o tratamento da psoríase, enquanto 31,8% apresentaram doença psoriasiforme durante o tratamento da dermatite atópica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os perfis clínicos diferiram entre os grupos: os doentes com transição de psoríase para fenótipo eczematoso eram, em média, mais idosos e com maior carga de comorbilidades cardiometabólicas. Já os doentes com dermatite atópica que evoluíram para um fenótipo psoriasiforme apresentavam mais frequentemente comorbilidades atópicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista terapêutico, a mudança de psoríase para eczema ocorreu sobretudo sob terapêuticas dirigidas às interleucinas IL-17 e IL-23. Por outro lado, a transição inversa, de dermatite atópica para doença psoriasiforme, foi observada exclusivamente em doentes tratados com biológicos dirigidos à inflamação do tipo 2, particularmente com dupilumab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos os casos foi necessária modificação terapêutica. Os inibidores da JAK destacaram-se como a estratégia mais frequentemente utilizada, especialmente nos doentes com transição de psoríase para eczema. Após ajuste do tratamento, registou-se melhoria clínica significativa em ambos os fenótipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que este fenómeno não deve ser interpretado como uma reação paradoxal clássica, mas antes como expressão da plasticidade do sistema imunitário perante a modulação seletiva das vias inflamatórias. O reconhecimento precoce desta entidade poderá ser determinante para uma adaptação terapêutica eficaz e personalizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo europeu <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jdv.70503#xd_co_f=NDYxYjc5NWUtOGZiNS00OTFhLTgwYjMtNWUxZmQyNDI3NTVi~" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Nova abordagem tópica hormonal muda o paradigma do tratamento da acne</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/nova-abordagem-topica-hormonal-muda-o-paradigma-do-tratamento-da-acne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A abordagem à acne vulgar está a registar uma evolução significativa com a chegada de terapêuticas direcionadas para a componente hormonal por via cutânea. Em entrevista, Bruno Duarte, da ULS São José, analisou o papel central dos androgénios na fisiopatologia da doença. O especialista destacou de que forma a introdução de uma nova classe de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A abordagem à acne vulgar está a registar uma evolução significativa com a chegada de terapêuticas direcionadas para a componente hormonal por via cutânea. Em entrevista, <strong>Bruno Duarte</strong>, da ULS São José, analisou o papel central dos androgénios na fisiopatologia da doença. O especialista destacou de que forma a introdução de uma nova classe de modulação hormonal tópica permite colmatar uma lacuna histórica no tratamento tópico da acne ligeira a moderada, abrindo também novas perspetivas para a manutenção prolongada e para a abordagem à acne da mulher adulta. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="01_BRUNO DUARTE _MEDINFAR (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1214256971?h=02ef5aacaf&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A patogénese da acne vulgar assenta em quatro pilares que não atuam isoladamente, mas sim em estreita interdependência. &#8220;A presença de um ou a persistência de um deles, mesmo trazendo contratempos dos outros, pode gerar mecanismos de feedback positivo que acabem por gerar cronicidade à doença e tendência para recidiva&#8221;, explicou o dermatologista. Daí decorre a necessidade clínica de &#8220;tratar todos os pilares em simultâneo&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste equilíbrio, os androgénios desempenham um papel determinante. De acordo com o especialista, estas hormonas são responsáveis por aumentar a hiperseborreia e contribuem ativamente para a inflamação crónica e para a produção de citocinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma nova era no tratamento tópico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até recentemente, o pilar hormonal da acne não era passível de ser abordado por via tópica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A introdução da clascoterona veio alterar este cenário: atua de forma competitiva, bloqueando a produção da ação androgénica que causa a hiperseborreia e a inflamação. “Vamos tratar um dos pilares que até agora não conseguíamos abordar de forma tópica&#8221;, afirmou Bruno Duarte.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manutenção prolongada para evitar a recidiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo a acne uma doença inflamatória crónica por definição, o tratamento de manutenção assume um papel crucial. Bruno Duarte adverte que cerca de 10% das mulheres adultas mantêm a doença de forma muito prolongada, estendendo-se pelos 30 ou 40 anos. &#8220;O tratamento tópico de manutenção prolongada deve ser feito logo assim que tenhamos a acne adequadamente controlada, porque se pararmos, infelizmente, temos a tendência para recidiva&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esta fase de controlo a longo prazo, o especialista apontou que a clascoterona se afirma atualmente como &#8220;uma opção para essa manutenção prolongada&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que podemos esperar no futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Olhando para o futuro, Bruno Duarte antecipa novidades disruptivas na área da acne, traçando um paralelo com a revolução que os biotecnológicos trouxeram à psoríase ou à dermatite atópica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande foco da investigação atual prende-se com a preservação do microbioma cutâneo. Os tratamentos com antibióticos convencionais apresentam o dano colateral de destruir a flora microbiana normal da pele e, no caso dos antibióticos sistémicos, a flora intestinal, favorecendo também resistências microbianas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro passará, por isso, por estratégias altamente seletivas, revelou o especialista, referindo que já existem ensaios clínicos a decorrer com base em dados promissores publicados desde 2023. &#8220;O futuro vai mover-se para sermos mais seletivos (&#8230;) e vamos ver resultados fantásticos&#8221;, concluiu.</p>
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		<title>Abordagem da acne deve focar-se no impacto psicológico e na simplificação de rotinas</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/abordagem-da-acne-deve-focar-se-no-impacto-psicologico-e-na-simplificacao-de-rotinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso do tratamento da acne vulgar vai muito além da eficácia clínica, dependendo criticamente da gestão das expectativas, da Saúde Mental e da relação de confiança estabelecida na consulta. Em entrevista, Catarina Queirós, da ULS Santa Maria, analisou o profundo impacto psicossocial desta patologia nos jovens. A especialista destacou as principais barreiras à adesão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O sucesso do tratamento da acne vulgar vai muito além da eficácia clínica, dependendo criticamente da gestão das expectativas, da Saúde Mental e da relação de confiança estabelecida na consulta. Em entrevista, <strong>Catarina Queirós</strong>, da ULS Santa Maria, analisou o profundo impacto psicossocial desta patologia nos jovens. A especialista destacou as principais barreiras à adesão aos tratamentos tópicos e partilhou estratégias práticas para o acompanhamento clínico, avaliando ainda o papel que as ferramentas digitais podem assumir na monitorização diária dos doentes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="09_CATARINA QUEIROZ_MEDINFAR (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1214256970?h=01ffb1976b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de uma doença visível que afeta sobretudo os adolescentes e jovens adultos, a acne acarreta uma carga emocional muito pesada. Numa fase da vida em que a autoimagem assume um papel central, as consequências estendem-se às esferas pessoal e social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A acne, desde logo, é uma doença visível, portanto tem um impacto na autoestima significativo. Afeta uma faixa etária (&#8230;) em que a imagem é muito importante e, portanto, acaba por ter um impacto não só na autoestima como também a nível de relações interpessoais, às vezes até mesmo por questões profissionais. E isto acaba muitas vezes por condicionar <s>o</s> mesmo quadros de ansiedade e depressão associada à patologia&#8221;, alertou Catarina Queirós.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este sofrimento psicológico interfere de forma direta na forma como os doentes encaram a terapêutica. Sentindo-se afetados na sua imagem, os jovens procuram soluções imediatas. Contudo, a ausência de melhorias no curto prazo gera frustração: &#8220;Os doentes esperam respostas rápidas. E isso nem sempre é aquilo que acontece na prática e, portanto, a desmotivação também pode ser grande&#8221;, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A relação médico-doente e a gestão de expectativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para inverter a desmotivação, a comunicação surge como o principal instrumento do dermatologista na consulta. É vital desmistificar a ideia de que existem curas milagrosas e preparar o jovem para o percurso do tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista considera que a relação médico-doente assume uma &#8220;importância primordial&#8221; nesta faixa etária. Cabe ao profissional de saúde explicar detalhadamente o funcionamento da terapêutica, frisando que a aplicação regular — quer dos fármacos tópicos, quer dos orais — é obrigatória para obter resultados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É fundamental explicarmos muito bem a terapêutica, adequarmos as expectativas, explicarmos ao doente que os resultados levam tempo, que não vai ser uma coisa que vá melhorar em dias. E explicar que podem existir alguns efeitos secundários, pode haver algum desconforto associado à terapêutica e que tudo isso é normal e que com o passar do tempo os resultados vão chegar&#8221;, recordou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Superar as barreiras dos tratamentos tópicos: &#8220;Menos é mais&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Catarina Queirós, a principal limitação dos tratamentos tópicos disponíveis prende-se com a sua tolerabilidade cutânea. Sintomas como a secura da pele, o ardor ou o eritema são comuns e desmotivam frequentemente a continuidade do esquema terapêutico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos efeitos secundários, a complexidade dos cuidados diários afasta os mais novos. O segredo, disse, reside na simplicidade e no pragmatismo das rotinas prescritas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nesta faixa etária, sobretudo os adolescentes, também temos que ter em atenção a facilidade dos esquemas (&#8230;) porque se prescrevermos uma rotina muito complexa, com muitos passos, o adolescente provavelmente não vai seguir. Portanto, muitas vezes menos é mais&#8221;, referiu.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que exequível, devem privilegiar-se fármacos em associação no mesmo produto para reduzir o número de aplicações seguidas. Além disso, se o jovem for antecipadamente informado sobre as reações normais da pele, irá reagir muito melhor e não abandonará o tratamento por medo ou desconhecimento. Este processo deve ser acompanhado por um seguimento clínico periódico, com consultas de revisão presenciais para avaliar o progresso, ajustar o que não correu tão bem e manter o doente motivado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel da inteligência artificial no </strong><strong><em>follow-up</em></strong><strong> digital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o impacto da inovação digital no quotidiano clínico, a dermatologista afirmou que a tecnologia pode funcionar como uma aliada no tratamento, especialmente como um elo de ligação entre as consultas hospitalares. A especialista antevê que estas ferramentas facilitem a monitorização da evolução das lesões e permitam fazer um acompanhamento à distância em casos particulares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;E, talvez até mais importante, estes sistemas podem ajudar no aumento da adesão terapêutica. Por exemplo, ao lembrar o doente da aplicação correta dos tópicos, penso que poderá ser eventualmente uma boa ajuda&#8221;, terminou.</p>
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		<title>Dermatoses da face em idade pediátrica: diagnóstico simples, novos desafios digitais</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/dermatoses-da-face-em-idade-pediatrica-diagnostico-simples-novos-desafios-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do XLI Curso de Atualização de Dermatologia e Venereologia, a dermatologista pediátrica Maria João Cruz, da ULS de São João, destacou que, na prática clínica, a maioria das dermatoses da face em idade pediátrica “são de muito fácil diagnóstico”, sobretudo as mais comuns, que “não obrigam a nenhum tipo de exame complementar de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do XLI Curso de Atualização de Dermatologia e Venereologia, a dermatologista pediátrica <strong>Maria João Cruz</strong>, da ULS de São João, destacou que, na prática clínica, a maioria das dermatoses da face em idade pediátrica “são de muito fácil diagnóstico”, sobretudo as mais comuns, que “não obrigam a nenhum tipo de exame complementar de diagnóstico”. Ainda assim, reconhece que existem situações mais desafiantes, nomeadamente “as mais raras, como o lúpus sistémico, a morfeia, infeções raras”. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Dermatoses da face em idade pediátrica: diagnóstico simples, novos desafios digitais" src="https://player.vimeo.com/video/1209812908?h=afad1a873c&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais desafios atuais identificados pela especialista prende-se com a influência das redes sociais nos hábitos dos mais jovens. Segundo Maria João Cruz, “cada vez mais os adolescentes veem nas redes sociais rotinas muito complexas de skincare e não sabem ajustá-las à sua idade e ao seu tipo de pele”, o que pode agravar condições como a acne. Nesses casos, alerta que “às vezes esse é o principal fator de agravamento, o querer fazer muito e acabar por fazermos mal”. Por isso, sublinha a importância de simplificar afirmando que “cuidados básicos muitas vezes funcionam melhor”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista terapêutico, reforça que “o tratamento tópico é a chave para praticamente todas as dermatoses da face”, sendo que a maioria das situações apresenta “abordagens terapêuticas relativamente simples e com bons resultados”. No entanto, quando existe maior gravidade ou impacto na qualidade de vida, pode ser necessário escalar o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista alertou que as “as crianças não são pequenos adultos” e “a face não é um qualquer local do corpo”, o que implica uma abordagem diferenciada. Por fim, salienta que, perante casos complexos ou falência da terapêutica inicial, “os doentes devem ser referenciados à consulta de Dermatologia Pediátrica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorreu nos dias 15 e 16 de maio de 2025, na Fundação António Cupertino de Miranda, Porto.</p>
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