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	<title>1ºCVDV Archives - My Dermatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
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		<title>O impacto da COVID-19 nas urgências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 12:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dr. Leandro Silva, interno de Dermatologia, no Hospital Egas Moniz, conversou com o My Dermatologia sobre o primeiro congresso virtual organizado pela Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV). Veja a entrevista e as conclusões do médico sobre como a pandemia afetou a especialidade. No 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia o interno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Dr. Leandro Silva</strong>, interno de Dermatologia, no Hospital Egas Moniz, conversou com o My Dermatologia sobre o primeiro congresso virtual organizado pela Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV). Veja a entrevista e as conclusões do médico sobre como a pandemia afetou a especialidade.</p>
<p><span id="more-212364"></span></p>
<p>No 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia o interno de Dermatologia Leandro Silva apresentou o estudo “Síndrome de Churg-Strauss: Peripécias no Covidário” com o objetivo de relatar um episódio que ocorreu, durante o período de pandemia, numa doente, em contexto de urgência de medicina interna, que foi referenciada à urgência por suspeita de infeção por SARS-CoV2. O interesse da apresentação prendeu-se em reportar que as manifestações cutâneas relativas ao Síndrome de Churg-Strauss são importantes no diagnóstico, mas também relembrar que existem outras patologias além da infeção por SARS-CoV2, demonstrando a realidade da urgência de doentes COVID. “A COVID-19 teve um grande impacto na especialidade, tendo-se verificado numa fase inicial, um aumento das consultas de teledermatologia. Posteriormente, houve também uma restruturação do nosso serviço hospitalar, devido à necessidade de alguns elementos reforçarem os serviços de urgência de medicina interna”, explica o dermatologista.</p>
<p>Com a pandemia a interferir não só no exercício da profissão, mas também na maneira como o conhecimento é partilhado, os webinars e as sessões virtuais passaram a ser uma realidade para a Dermatologia. “Houve por parte da SPDV e de vários especialistas, uma preocupação com a formação científica, com a criação de vários cursos teóricos realizados pelos diferentes grupos da sociedade e que vieram a ser publicados na mesma”, refere o médico, explicando a adaptação à COVID-19.</p>
<p>O especialista ressalva também que, apesar de um congresso virtual não substituir o presencial, devido à diminuição da interação que ocorre na discussão dos trabalhos, é importante continuar com os simpósios, afirmando que: “1º CVDV permitiu a apresentação de vários casos clínicos, comunicações orais e sessões teóricas de grande interesse”.</p>
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		<title>&#8220;A teledermatologia acaba por ser um pouco redutora no diagnóstico do doente&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 11:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;O My Dermatologia conversou com o Dr. Nuno Menezes, dermatologista no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/E (CHVNG/E), após o 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia sobre os destaques científicos na especialidade e como a pandemia COVID-19 afetou a rotina de trabalho. My Dermatologia (MD) &#124; Que balanço faz da adaptação virtual do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;O My Dermatologia conversou com o <strong>Dr. Nuno Menezes</strong>, dermatologista no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/E (CHVNG/E), após o 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia sobre os destaques científicos na especialidade e como a pandemia COVID-19 afetou a rotina de trabalho.</p>
<p><span id="more-212360"></span></p>
<p><strong>My Dermatologia (MD) |</strong> <strong>Que balanço faz da adaptação virtual do 1.º Congresso Virtual Dermatologia e Venereologia?</strong><br /><strong>Dr. Nuno Menezes (NM) |</strong> A ideia de um congresso virtual porque nos permite rapidamente saltar de uma sala para outra, o que no espaço físico não é assim tão fácil. Perde-se um bocado o cotnact com os pares e com a industria, mas a nível de atividade cientifica eu acho que o balançço é extremamente positivo até pela facilidade que há possibilidade de fazer printscreens de informação que nos interessa, conseguirmos tirar algumas dúvidas. Além disso, existe sempre a possibilidade de ficar gravado o que também é interessante.</p>
<p><strong>MD | Acha que é uma realidade a apostar no futuro?<br /></strong><strong>NM |</strong> Acho que no futuro os congressos serão todos mistos. Terão sempre uma parte virtual e uma parte digital. Até porque permite chegar a mais pessoas. Não estou a falar especificamente deste congresso, mas, por exemplo, com os congressos europeus e mundiais se calhar é mais fácil tirar uma tarde da nossa agenda e estar presente virtualmente o que é uma mais valia. Por isso, acredito que nos próximos anos será deste modelo misto que se fará os congressos.</p>
<p><strong>MD | Qual a importância destes eventos para a especialidade?<br /></strong><strong>NM |</strong> É sempre importante haver eventos de formação, sejam nacionais ou internacionais. E nós como uma sociedade que pretende demonstrar trabalho e excelência temos que ter os nossos congressos, onde mostramos o que cada hospital está a fazer e aprendendo uns coms outros, trocando as nossas experiências do dia a dia entre pares que até podem ser coisas mais pequenas que não justifiquem uma apresentação, mas que, se calhar, vão impactando um e outro e ajudando a que nos tornemos melhores.</p>
<p><strong>MD | Foi responsável pela moderação das sessões de estudos clínicos. O que se destaca este ano na especialidade?<br /></strong><strong>NM |</strong> O que notei muito dos casos clínicos que foram apresentados é que existem muitas micoses profundas,associadas a doentes que têm imunossupressão. Uma realidade que, talvez por não existir no meu local de trabalho com frequência, não tinha noção do aumento o que me deixou surpreendido.</p>
<p><strong>MD | A COVID-19 foi tema de alguns dos trabalhos apresentados no congresso. Como é que a especialidade se adaptou?</strong><br /><strong>NM |</strong> A nossa especialidade, em teoria, podia ser das que mais fácil se adaptaria porque trabalhamos com imagem o que permite a avaliação por teledermatologia, mas, ao mesmo tempo, essa avaliação acaba por ser uma bocado redutora porque as cores não vêm iguais, porque a fotografia não tem qualidade e, portanto, temos tentado manter a atividade o mais normal possível, usando, obviamente, todas as medidas de proteção de segurança e, caso o procedimento seja na área da face, peço normalmente o teste de despiste do coronavírus para conseguir trabalhar com mais tranquilidade, tem sido mais ou menos essas medidas que se têm aplicado. Mas perdemos o contacto e a interação com o próprio doente até porque muitas vezes o doente só nos mostra o que acha importante e perdemos muitas vezes o que está “ao lado”, pelo que temos tentado ao máximo manter a atividade presencial porque com a teledermatologia pode acontecer tornarmo-nos médicos da queixa do doente e não do doente. Claro que em doentes estáveis e crónicos, por exemplo, a teledermatologia funciona bem e conseguimos ter sempre contacto com o doente e assim tentamos manter a atividade dentro do normal possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“É fundamental para a nossa especialidade que estes eventos continuem a ocorrer nas circunstâncias atuais”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 11:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[1ºCVDV]]></category>
		<category><![CDATA[SPDV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prof.ª Doutora Ana Pedrosa, assistente hospitalar de Dermatologia e Venereologia, no Centro Hospitalar Universitário de São João, Porto, conversou com o My Dermatologia sobre o 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia, que aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro. Leia a entrevista na íntegra. MD &#124; Que balanço faz da adaptação virtual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Prof.ª Doutora Ana Pedrosa,</strong> assistente hospitalar de Dermatologia e Venereologia, no Centro Hospitalar Universitário de São João, Porto, conversou com o My Dermatologia sobre o 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia, que aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro. Leia a entrevista na íntegra.</p>
<p><span id="more-212350"></span></p>
<p><strong>MD | Que balanço faz da adaptação virtual do 1.º Congresso Virtual Dermatologia e Venereologia?</strong><br /><strong>Dr.ª Ana Pedrosa (AP) |</strong> Na minha opinião esta, imprescindível, adaptação virtual do 1.º Congresso Dermatologia e Venereologia foi muito bem-sucedida. Era inevitável que houvesse uma adaptação à atual realidade e não deixarmos de nos encontrar, virtualmente, para a partilha de conhecimento dermatológico. Com esta adaptação, num fim-de-semana de isolamento parcial, foi possível assistir a apresentações de muita qualidade com uma audiência participativa introduzindo uma dinâmica muito interessante no decorrer dos trabalhos.</p>
<p><strong>MD |</strong> <strong>Qual a importância destes eventos para a especialidade?</strong><br /><strong>AP |</strong> É fundamental para a nossa especialidade que estes eventos continuem a ocorrer nas circunstâncias atuais, uma vez que a nossa atividade clínica não para e os nossos doentes continuam a necessitar de apoio clínico. Como tal, devemos manter e suportar a atualização científica da melhor forma possível com partilha de conhecimento clínico e científico interpares.</p>
<p><strong>MD | Foi responsável pela moderação das sessões de estudos clínicos. O que se destaca este ano na especialidade?</strong><br /><strong>AP |</strong> Fui efetivamente corresponsável com a Dra. Bárbara Fernandes pela moderação de uma sessão de casos clínicos que me deixou muito satisfeita com a qualidade e relevância clínica dos casos apresentados, numa sessão matinal, com uma participação muito significativa. Globalmente, os casos clínicos e comunicações apresentados no decorrer do congresso abordaram assuntos muito diversos de Dermatologia e Venereologia com enfoque nos temas do momento, nomeadamente, na utilização de terapêuticas biotecnológicas cada vez mais dirigidas ao alvo terapêutico baseadas na fisiopatologia, mas também o reflexo dermatológico (como efeito lateral) de algumas destas novas terapêuticas.</p>
<p><strong>MD | A COVID-19 foi tema de alguns dos trabalhos apresentados no Congresso. Como é que a especialidade se adaptou atualmente?</strong><br /><strong>AP |</strong> O tema COVID-19 interessou, direta ou indiretamente, alguns trabalhos apresentados no congresso, como seria de esperar na fase pandémica que vivemos. Efetivamente, o potencial impacto da COVID-19 em muitos dos nossos doentes imunodeprimidos (alguns de forma iatrogénica) é um tema relevante e que nos coloca desafios adicionais na abordagem e seguimento destes doentes. Todavia, penso que como especialidade soubemos adaptar-nos, na medida do possível, a esta nova realidade, tentando sempre manter o contacto com os doentes, por vezes de forma não presencial, mas sempre que necessário com avaliação presencial e mantendo a atividade cirúrgica essencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Investigação científica, adaptação e pandemia COVID-19 foram temas do  1.º CVDV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 11:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[1ºCVDV]]></category>
		<category><![CDATA[SPDV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Gostaria de destacar a grande variedade de temas abordados nas comunicações livres, nos casos clínicos e nos pósteres, representando a atividade científica da maioria dos serviços da especialidade”, nota o Dr. Paulo Lamarão, dermatologista e organizador do 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia, sobre a investigação em destaque no evento. Veja a entrevista. My [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Gostaria de destacar a grande variedade de temas abordados nas comunicações livres, nos casos clínicos e nos pósteres, representando a atividade científica da maioria dos serviços da especialidade”, nota o <strong>Dr. Paulo Lamarão</strong>, dermatologista e organizador do 1.º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia, sobre a investigação em destaque no evento. Veja a entrevista.</p>
<p><span id="more-212348"></span></p>
<p><strong>My Dermatologia (MD) |</strong> <strong>Qual a importância da realização deste congresso para a comunidade dermatológica?</strong><br /><strong>Dr. Paulo Lamarão (PL) |</strong> A Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), sociedade científica que congrega a grande maioria dos dermatologistas portugueses, é das associações médicas nacionais mais antigas com atividade regular.<br />De facto, com escritura notarial de Maio de 1936, a sua primeira reunião científica realizou-se em 1942 e, desde então, tem vindo a contribuir, de forma ininterrupta, para a formação médica de muitas gerações de dermatologistas.<br />Desde 1983, altura em que se realizou o 1º Congresso Nacional de Dermatologia, em Coimbra, sob a presidência do Prof. Doutor Poiares Baptista, habituámo-nos a poder contar com este importante evento, de início com periodicidade bienal e depois anual.<br />Este ano, contávamos celebrar o nosso XX Congresso Nacional, programado para o Centro de Congressos de Aveiro. A atual crise sanitária, que já nos tinha obrigado a cancelar a Reunião da Primavera prevista para Maio, tornou inviável a realização da nossa reunião magna em formato presencial.&nbsp;Este 1º Congresso Virtual de Dermatologia e Venereologia foi, assim, oportunidade única, para que a comunidade de dermatologistas se possa encontrar e partilhar as suas experiências e conhecimentos. É muito importante para todos, colegas internos da especialidade e também para os especialistas, poder contar com este fórum para a sua formação médica contínua.<br />Foi opinião da maioria dos dermatologistas, que responderam a um inquérito, que seria preferível sempre um congresso em formato presencial. Na impossibilidade de o realizar, restava-nos a opção duma edição digital. Adiar a realização deste congresso para o próximo ano, deixando um vazio em 2020, não seria uma boa escolha, também segundo a opinião revelada pelos membros da SPDV.</p>
<p><strong>MD | Em relação ao programa, que temas gostaria de destacar e porquê? Quais foram as expectativas da organização para esta edição?</strong><br /><strong>PL |</strong> Gostaria de destacar a grande variedade de temas abordados nas comunicações livres, nos casos clínicos e nos pósteres, representando a atividade científica da maioria dos serviços da especialidade. É claro exemplo da sua vitalidade e capacidade de inovar, na investigação e nos cuidados médicos prestados aos doentes da Dermatologia.<br />Por outro lado, destacaria a colaboração com a indústria, traduzida no significativo número de patrocinadores e de simpósios satélite. Os temas aqui versados vão da oncologia cutânea até a recentes avanços na compreensão da fisiopatologia e no tratamento de doenças frequentes e por vezes incapacitantes, como a psoríase e a dermatite atópica.<br />Num ano com tantas dificuldades para todos nós, em que a comunidade médica se viu praticamente privada das suas reuniões tradicionais, são altas as expectativas para esta edição virtual. Pensamos que os dermatologistas irão responder de forma massiva, participando nas sessões científicas e visitando os stands virtuais.</p>
<p><strong>MD | Este congresso, atendendo ao período que atualmente vivemos, realizou-se virtualmente. Quais foram os grandes desafios e oportunidades deste formato?<br /></strong><strong>PL |</strong> É tentador pensar que os congressos digitais possam ser o futuro deste tipo de eventos. Compreendo que tenham vantagens em reuniões internacionais, em que a ausência de custos na deslocação e no alojamento dos palestrantes e participantes poderão ser argumento forte, para a sua vulgarização. Mas, quando perguntamos aos dermatologistas que formato preferem, a maioria, claramente, prefere o presencial. É também a minha opinião.&nbsp;Se a realização deste congresso foi, por si, um desafio, nele podemos encontrar também grandes benefícios. Apesar de poder haver alguma dificuldade na adaptação à tecnologia, a plataforma foi criada em modo “user-friendly”.&nbsp;</p>
<p>Nesta edição em formato virtual, os participantes tiveram oportunidade de escolher os temas científicos da sua preferência, por ocasião da emissão semi-live. Mesmo após o fim-de-semana da realização do congresso, haverá oportunidade de consultar as sessões, em emissão on-demand, podendo assim ter acesso a todos as palestras.</p>
<p><strong>MD | Tendo em conta este contexto, quais foram os principais desafios que os dermatologistas enfrentam?<br /></strong><strong>PL |</strong> A Dermatologia, pela sua especificidade, não está na linha da frente no controle da pandemia pelo novo vírus SARS-CoV-2. Mas fazemos parte de um sistema de saúde, seja ele público, privado ou cooperativo, em que trabalhamos com o foco na promoção da saúde e no tratamento da doença que afeta a pele dos nossos doentes.No contexto de um país a atravessar uma grave crise sanitária, com sobrecarga em alguns sectores e falta de recursos noutros, os dermatologistas mantiveram-se atentos, ativos e disponíveis.<br />Souberam adaptar a sua atividade facilitando o contacto por meios telemáticos com o doente, sempre que imprescindível. Mas demarcaram a teledermatologia para situações em que não fosse possível o ato presencial, caracterizando-a como uma exceção, muito útil na triagem e não como um novo normal, recusando a sua difusão massiva no futuro.<br />Os dermatologistas estão extremamente motivados para enfrentarem os novos desafios, contribuindo para a qualidade do ato médico e da relação médico-doente.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/entrevistas/investigacao-cientifica-adaptacao-e-pandemia-covid-19-foram-temas-do-1-o-cvdv/">Investigação científica, adaptação e pandemia COVID-19 foram temas do  1.º CVDV</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
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