<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>covid19 Archives - My Dermatologia</title>
	<atom:link href="https://mydermatologia.pt/tag/covid19/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mydermatologia.pt/tag/covid19/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Jul 2021 09:47:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dermatologia-150x150.png</url>
	<title>covid19 Archives - My Dermatologia</title>
	<link>https://mydermatologia.pt/tag/covid19/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>COVID-19: reações cutâneas às vacinas são motivo para adiar segunda dose?</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 09:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Reações cutâneas]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma investigação do Massachusetts General Hospital recentemente publicada na revista científica&#160;JAMA Dermatology&#160;analisou as reações cutâneas às vacinas contra a COVID-19, pretendendo apurar se estas justificam adiar a segunda dose. No estudo, a equipa de alergologistas analisou 49.197 funcionários do Mass General Brigham, imunizados com uma dose de vacinas mRNA. As reações cutâneas foram relatadas por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/">COVID-19: reações cutâneas às vacinas são motivo para adiar segunda dose?</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação do <em>Massachusetts General Hospital</em> recentemente publicada na revista científica&nbsp;<em>JAMA Dermatology</em>&nbsp;analisou as reações cutâneas às vacinas contra a COVID-19, pretendendo apurar se estas justificam adiar a segunda dose.</p>
<p><span id="more-212516"></span></p>
<p>No <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamadermatology/fullarticle/2781364?guestAccessKey=ea1485ec-d460-4406-acd1-22da27439616&amp;utm_source=For_The_Media&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=ftm_links&amp;utm_content=tfl&amp;utm_term=062321" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, a equipa de alergologistas analisou 49.197 funcionários do <em>Mass General Brigham,</em> imunizados com uma dose de vacinas mRNA. As reações cutâneas foram relatadas por apenas 776 dos entrevistados após a primeira dose, sendo a erupção cutânea e comichão no local da injeção os sintomas mais comuns. Além disso, a idade média das pessoas que relataram uma reação foi de 41 anos.</p>
<p>Segundo a Dr.ª Michele S. Green, dermatologista do <em>Hospital Lenox Hill</em>, em Nova Iorque, as reações localizadas à vacina são bastante comuns e não são motivo para preocupação ou para adiar a segunda dose.</p>
<p>A especialista adianta que alguns doentes também apresentaram inchaço no local dos preenchimentos cosméticos faciais após receber a vacina. Contudo, essas reações são diferentes de uma forma rara de reação alérgica à mesma (choque anafilático).</p>
<p>“Reações cutâneas não são contraindicação à vacina e não são motivo de alarme”, reitera. “Essas erupções cutâneas são distintas das reações anafiláticas imediatas, que precisam de atenção médica urgente”.</p>
<p>A dermatologista acredita que a irritação ou inchaço no local da injeção é um tipo de reação de hipersensibilidade dérmica relacionada com o sistema imunitário, podendo estar associado à resposta das células imunológicas a um componente da vacina.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Notícias ao Minuto</span></p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/">COVID-19: reações cutâneas às vacinas são motivo para adiar segunda dose?</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-reacoes-cutaneas-as-vacinas-sao-motivo-para-adiar-segunda-dose/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reações cutâneas após as vacinas de RNAm contra a COVID-19</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 09:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Reações cutâneas]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reações cutâneas após as vacinas de RNA mensageiro (RNAm) contra a COVID-19 foram descritas nos ensaios clínicos das vacinas da Pfizer/BioNTech (BNT162b2) e da Moderna (mRNA-1273), mas estas não foram completamente caracterizadas e não foi descrito se sujeitos com reação após a primeira dose também tiveram reação com a segunda dose. Um estudo de registo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/">Reações cutâneas após as vacinas de RNAm contra a COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reações cutâneas após as vacinas de RNA mensageiro (RNAm) contra a COVID-19 foram descritas nos ensaios clínicos das vacinas da Pfizer/BioNTech (BNT162b2) e da Moderna (mRNA-1273), mas estas não foram completamente caracterizadas e não foi descrito se sujeitos com reação após a primeira dose também tiveram reação com a segunda dose. Um estudo de registo recentemente publicado na revista&nbsp;<em>Journal of the American Academy of Dermatology&nbsp;</em>avaliou a morfologia e cronologia das reações cutâneas após vacina de RNAm contra a COVID-19, chegando à conclusão de que estas são em geral reduzidas e autolimitadas, não devendo por isso desencorajar e vacinação.</p>
<p><span id="more-212504"></span></p>
<p>O registo das vacinas recolheu datas para ambas as doses, morfologia das reações cutâneas, cronologia e duração das reações e tratamentos. Os autores definiram como reações imediatas aquelas que ocorreram nos 3 primeiros dias após a primeira dose, e como reações tardias aquelas que ocorreram 4 ou mais dias após a primeira inoculação. Uma pápula no local da vacina foi considerada uma reação local, e reações urticárias foram definidas como pápulas numa distribuição para além do local de injeção.</p>
<p>A análise (<a href="https://www.jaad.org/article/S0190-9622(21)00658-7/fulltext" target="_blank" rel="noopener">Devon et al., J Am Acad Dermatol 2021</a>) decorreu entre 24 dezembro 2020 e 14 fevereiro 2021, numa altura em que as vacinas estavam a ser administradas a trabalhadores do setor da saúde e a doentes idosos. Durante este período, 414 doentes reportaram uma ou mais reações cutâneas às vacinas da Moderna (83%) e da Pfizer (17%). Estes doentes tinham uma mediana de idade de 44 anos, 90% eram mulheres, 78% eram brancos e a grande maioria (98%) eram dos EUA.</p>
<p>Dos 414 casos analisados, havia informação sobre ambas as doses da vacina para 180 casos (43%). Destes, 38 (21%) reportaram reações apenas após a primeira dose, 113 (63%) apenas após a segunda dose e 29 (16%) após ambas as doses. Destes 29 doentes, 8 (28%) reportaram reações semelhantes a ambas as doses, 8 (28%) reportaram uma reação mais ligeira à segunda dose e 13 (45%) reportaram uma reação mais robusta à segunda dose.</p>
<p>Houve 343 casos de manifestações cutâneas após vacina da Moderna (267 após a primeira dose; 102 após a segunda dose). As reações mais comuns foram reações locais tardias (n=175 primeira dose; n=31 segunda dose), reações locais imediatas (n=117 primeira dose; n=69 segunda dose), urticária (n=16 primeira dose; n=7 segunda dose), reações morbiliformes (n=11 primeira dose; n=7 segunda dose) e eritromelalgia (n=5 primeira dose; n=6 segunda dose).</p>
<p>Quanto à vacina da Pfizer, houve 71 casos de manifestações cutâneas (34 após a primeira dose; 40 após a segunda dose). As mais comuns foram urticária (n=8 primeira dose; n=6 segunda dose), reação local imediata (n=8 primeira dose; n=8 segunda dose) e reações morbiliformes (n=6 primeira dose; n=3 segunda dose).</p>
<p>Outros casos menos comuns de reações cutâneas com ambas as vacinas incluíram 9 casos de edema em locais de preenchimento cutâneo cosmético, 8 de eritema pérnio, 10 de varicela zoster, 4 de exacerbação de herpes simplex, 4 de reações semelhantes a pitiríase rósea e 4 erupções cutâneas em bebés amamentados por mães vacinadas.</p>
<p>Dos 414 casos reportados, 350 tinham informação cronológica. O tempo mediano desde a primeira vacinação até ao desenvolver dos sintomas cutâneos foi de 7 dias, que ocorreu em dois grupos, um entre os dias 1 e 3 e outro entre os dias 7 e 8. A maioria dos dados foi proveniente de doentes com reações apenas no braço injetado, com reações locais imediatas ocorrendo uma mediana de 1 dia após vacinação, e reações locais tardias uma mediana de 7 dias após vacinação. O tempo mediano desde a segunda dose até ao desenvolver de reação cutânea foi mais curto, de apenas 1 dia.</p>
<p>Este estudo, sendo um estudo de registo, não possibilitou a medição da incidência de reações cutâneas às vacinas contra a COVID-19, pois falta-lhe um denominador. Outra limitação deste estudo foram possíveis erros na classificação morfológica das reações.</p>
<p>No entanto, segundo os autores, os dados apresentados suportam a ideia de que as reações cutâneas à vacina de RNAm para a COVID-19 são reduzidas e autolimitadas, pelo que não devem desencorajar a vacinação. A presença de uma reação cutânea à primeira dose da vacina, quando esta ocorre 4 ou mais horas após a injeção, não é contraindicação para receber a segunda dose da mesma vacina. Nenhum doente com esta reação sofreu anafilaxia ou qualquer outro evento adverso grave. “Os trabalhadores do setor da saúde devem estar cientes destas potenciais reações às vacinas e aconselhar os doentes de acordo com as mesmas. Aconselhar os doentes sobre potenciais benefícios de receber uma vacina contra a COVID-19 é igualmente, se não mais, importante”, concluíram os autores.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/">Reações cutâneas após as vacinas de RNAm contra a COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/reacoes-cutaneas-apos-as-vacinas-de-rnam-contra-a-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Psoríase e artrite psoriática no contexto da pandemia de COVID-19: sessão plenária no encontro anual GRAPPA 2020</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 08:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[artrite psoriática]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[Psoríase]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma sessão plenária do encontro anual GRAPPA (Group for Research and Assessment of Psoriasis and Psoriatic Arthritis) 2020 foi dedicada a perspetivas sobre o efeito da pandemia de COVID-19 nos doentes com psoríase e artrite psoriática e nos seus médicos. Os resultados foram publicados na revista&#160;The Journal of Rheumatology. A avaliação das práticas clínicas correntes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/">Psoríase e artrite psoriática no contexto da pandemia de COVID-19: sessão plenária no encontro anual GRAPPA 2020</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma sessão plenária do encontro anual GRAPPA (<em>Group for Research and Assessment of Psoriasis and Psoriatic Arthritis</em>) 2020 foi dedicada a perspetivas sobre o efeito da pandemia de COVID-19 nos doentes com psoríase e artrite psoriática e nos seus médicos. Os resultados foram publicados na revista&nbsp;<em>The Journal of Rheumatology</em>.</p>
<p><span id="more-212493"></span></p>
<div class="itemBody">
<div class="itemFullText">
<p>A avaliação das práticas clínicas correntes durante a pandemia de COVID-19 foi feita com base numa sondagem interativa que incluiu mais de 50 participantes na conferência. Os resultados indicaram que o uso de consultas virtuais de telemedicina durante a pandemia variou entre os 83% e 95% para doentes com psoríase e artrite psoriática.</p>
<p>As preocupações sobre o risco aumentado de reações adversas em doentes com COVID-19 foram uma causa importante (47%) para a modificação de medicação sistémica em doentes com psoríase, mas a razão mais comum (64%) para ajustes de dose ou descontinuação foram preocupações associadas ao tratamento.</p>
<p>O Dr. Leonard Calabrese, um dos autores do estudo, deu uma visão geral sobre a pandemia de COVID-19 e a Reumatologia, e levantou duas importantes questões. A primeira prendeu-se com os&nbsp;<em>outcomes</em>&nbsp;dos doentes com doença inflamatória imunomediada e COVID-19 que recebem terapias direcionadas. Os dados disponíveis sugerem que, na ausência de comorbilidades significantes, doentes com doença reumática controlada têm sintomas de COVID-19 semelhantes aos da população em geral. Os doentes que não estavam a receber fármacos antirreumáticos modificadores da doença ou aqueles que receberam tratamento com sulfasalazina, rituximab ou prednisona em doses diárias iguais ou superiores a 10 mg encontravam-se com risco aumentado de mortalidade, enquanto que tratamento com inibidores de TNF foi associado com uma menor taxa de&nbsp;<em>outcomes</em>&nbsp;severos.</p>
<p>A segunda questão levantada pelo Dr. Leonard Calabrese foi o que deveriam os clínicos dizer aos seus doentes sobre a toma da vacina para a COVID-19. O autor salientou que uma vez que todas as atuais vacinas de RNA mensageiro são não-vivas, acredita-se que estas sejam seguras para uso em doentes com doença inflamatória imunomediada, embora haja uma falta de dados sobre a sua segurança e eficácia nesta população.</p>
<p>Uma sondagem de doentes com psoríase mostrou que a maioria destes estavam preocupados com contraírem COVID-19, e estavam mais preocupados com o risco do tratamento imunossupressor do que com a psoríase. O tratamento para a psoríase manteve-se inalterado para os doentes que não contraíram COVID-19. Os doentes tinham opiniões favoráveis sobre o uso de telemedicina para consultas remotas e afirmaram que mais informação fidedigna os ajudaria a lidar melhor com a pandemia.</p>
<p>Outro dos autores do estudo (<a href="https://www.jrheum.org/content/early/2021/03/10/jrheum.201671" target="_blank" rel="noopener">Mease et al., J Rheumatol 2021</a>), o Dr. Kevin Winthrop, um especialista em doenças infeciosas, afirmou que a questão mais comum que recebia de reumatologistas e dos doentes era se estes deviam receber a vacina e se esta era segura para eles. De acordo com o especialista, as vacinas são seguras e os doentes devem ser vacinados assim que estas estejam disponíveis, embora haja a possibilidade de as vacinas causarem uma exacerbação da doença autoimune. Acrescentou ainda que certos tratamentos podem interferir com a resposta imunológica à vacina, e que poderá ser difícil extrapolar experiências com outras vacinas para esta nova plataforma de vacinas de RNA mensageiro.</p>
<p>A sessão plenária teve um efeito positivo nos participantes, sendo que cerca de metade (47,4%) afirmou que o conteúdo e a discussão da sessão alteraram a maneira como iriam falar sobre a COVID-19 e a perceção de risco com os seus doentes, e 17,3% dos participantes sentiam-se mais confiantes na manutenção de uma terapia sistémica efetiva para a psoríase.</p>
<p>Os autores concluíram que vigilância e investigação continuadas ajudarão a abordar as preocupações dos doentes e dos seus médicos e a aprofundar o conhecimento sobre COVID-19 no contexto de doentes com doença autoimune.</p>
</div>
</div>
<div class="artigo_share">&nbsp;</div>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/">Psoríase e artrite psoriática no contexto da pandemia de COVID-19: sessão plenária no encontro anual GRAPPA 2020</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/psoriase-e-artrite-psoriatica-no-contexto-da-pandemia-de-covid-19-sessao-plenaria-no-encontro-anual-grappa-2020/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Herpes pode ser o novo sintoma raro associado à toma da vacina contra a COVID-19</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 08:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[herpes zoster]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investigadores do Tel Aviv Sourasky Medical Center e do Carmel Medical Center, em Israel, descobriram que as pessoas com doenças reumáticas inflamatórias que receberam a vacina da Pfizer/Biontech estão mais propensas a desenvolver herpes zóster. Ainda que a maioria das pessoas que tomam a vacina contra a COVID-19 não sofra quaisquer efeitos secundários, médicos israelitas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/">Herpes pode ser o novo sintoma raro associado à toma da vacina contra a COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores do <em>Tel Aviv Sourasky Medical Center</em> e do <em>Carmel Medical Center</em>, em Israel, descobriram que as pessoas com doenças reumáticas inflamatórias que receberam a vacina da Pfizer/Biontech estão mais propensas a desenvolver herpes zóster.</p>
<p><span id="more-212467"></span></p>
<p>Ainda que a maioria das pessoas que tomam a vacina contra a COVID-19 não sofra quaisquer efeitos secundários, médicos israelitas descobriram que o aparecimento de herpes era cinco vezes mais comum após a toma da primeira dose da vacina da Pfizer em doentes reumáticos.</p>
<p>Segundo a Dr.ª Victoria&nbsp;Furer, reumatologista do <em>Tel Aviv Sourasky Medical Center</em>, não se pode dizer com certeza que a vacina é a causa do herpes zóster, ainda que possa ser “um gatilho para alguns doentes”, disse, em declarações ao <em>The Jerusalem Post</em>.</p>
<p>Cinco dos seis doentes que desenvolveram herpes&nbsp;zóster&nbsp;após a toma da vacina eram jovens, tinham uma doença reumática inflamatória e faziam pouca ou nenhuma medicação para a mesma, pelo que não deveriam estar em risco de contrair a erupção cutânea.</p>
<p>“Por isso é que relatamos a situação”, referiu a reumatologista, acrescentando que parece “haver alguma associação”.</p>
<p>A especialista continuou: “Não queremos assustar as pessoas. A mensagem geral é que deve ser vacinado. É apenas importante estar ciente”, salientou.</p>
<p>Divulgado na publicação científica&nbsp;<em>Rheumatology</em>, o <a href="https://academic.oup.com/rheumatology/advance-article/doi/10.1093/rheumatology/keab345/6225015?searchresult=1" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> analisou 590 doentes, aos quais havia sido administrada a vacina da Pfizer. Nesse grupo, 491 dos utentes apresentavam alguma forma de doença reumática inflamatória.</p>
<p>O trabalho apurou que 1,2% dos doentes com a patologia desenvolveu herpes &#8211; ou seja, apenas seis -, ao passo que cinco doentes contraíram o herpes após a toma da primeira dose e um depois da segunda toma do imunizante.</p>
<p>No entanto, os investigadores sublinham que será necessário realizar um estudo maior para obter resultados mais precisos e conclusivos.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Notícias ao Minuto e The Jerusalem Post</span></p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/">Herpes pode ser o novo sintoma raro associado à toma da vacina contra a COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/herpes-pode-ser-o-novo-sintoma-raro-associado-a-toma-da-vacina-contra-a-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: GPP lança recomendações sobre a vacinação de doentes com psoríase</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 08:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[gpp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A propósito do início da vacinação contra a COVID-19 em Portugal, o Grupo Português de Psoríase (GPP) da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) apresentou uma série de recomendações quanto à vacinação de doentes com psoríase, tendo em conta a sua terapêutica sistémica. A entidade apelou também à vacinação contra a gripe nestes doentes. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/">COVID-19: GPP lança recomendações sobre a vacinação de doentes com psoríase</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito do início da vacinação contra a COVID-19 em Portugal, o Grupo Português de Psoríase (GPP) da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) apresentou uma série de recomendações quanto à vacinação de doentes com psoríase, tendo em conta a sua terapêutica sistémica. A entidade apelou também à vacinação contra a gripe nestes doentes. Fique a par das recomendações.</p>
<p><span id="more-212459"></span></p>
<p>Atualmente, encontram-se em ensaios clínicos em humanos mais de 50 vacinas para a COVID-19.</p>
<p>Três vacinas (Pfizer/BioNTech, Moderna e Oxford/AstraZeneca) serão brevemente disponibilizadas para vacinação populacional, assim que sejam licenciadas pelas Agências do Medicamento.</p>
<p>Esta vacinas utilizam RNA mensageiro&nbsp;(Pfizer/BioNTech&nbsp;e Moderna) ou um vector viral geneticamente modificado e sem capacidade de replicação (Oxford/AstraZeneca). Portanto, não são vacinas vivas ou atenuadas.</p>
<p>Os doentes com psoríase, sem uma&nbsp;contraindicação&nbsp;ou uma alergia conhecida a componentes das vacinas, têm indicação para vacinação contra a COVID-19 assim que possível, dependendo da disponibilidade e do plano de vacinação português.</p>
<p>À semelhança de outras vacinas, mantêm-se&nbsp;as&nbsp;principais considerações de que:</p>
<p>Vacinas vivas ou atenuadas estão&nbsp;contraindicadas&nbsp;em doentes sob terapêutica sistémica imunomoduladora/imunossupressora (IM/IS), o que não ocorre com estas vacinas para a COVID-19;</p>
<p>A eficácia da vacinação poderá&nbsp;estar&nbsp;diminuída em doentes sob este tipo de terapêutica.</p>
<p>Os ensaios clínicos destas vacinas,&nbsp;não&nbsp;incluíram doentes sob terapêutica sistémica IM/IS, pelo que a eficácia e segurança destas vacinas&nbsp;nesta&nbsp;população específica não está ainda estabelecida. No entanto, prevê-se que, à semelhança do que acontece com outras vacinas não-vivas, estas vacinas para a COVID-19 sejam seguras em&nbsp;doentes&nbsp;com psoríase, incluindo em doentes sob terapêutica sistémica IM/IS. Sempre que possível, a vacinação deverá ser administrada pré-início de terapêutica sistémica IM/IS.</p>
<p>Apesar da possibilidade da vacinação da&nbsp;COVID-19&nbsp;poder ser menos eficaz em doentes sob terapêutica sistémica IM/IS, mantem-se a sua indicação para estes doentes: a proteção é superior à não-vacinação; se infetado, reduz o&nbsp;risco&nbsp;de hospitalização e complicações graves, acelera a recuperação e diminui o risco de&nbsp;contágio&nbsp;a outras pessoas.</p>
<p>Adicionalmente, deve ser indicado aos doentes que, mesmo após completada a vacinação, deverão ser mantidas as medidas de proteção de contágio, uma vez que a imunização não é imediata.</p>
<p>Alguns doentes poderão questionar o possível efeito da vacina para a COVID-19 na gravidade da sua doença. Não há evidência que a vacinação (em geral) se associe a agravamento ou aparecimento de psoríase. Por isso, tal não é&nbsp;expectável&nbsp;que aconteça com a vacinação para a COVID-19.</p>
<p>Por fim, reforça-se a indicação da vacinação para a gripe em todos os doentes com psoríase.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/">COVID-19: GPP lança recomendações sobre a vacinação de doentes com psoríase</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-gpp-lanca-recomendacoes-sobre-a-vacinacao-de-doentes-com-psoriase/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COVerskIn-D: proteger a pele dos que se protegem da COVID-19</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/entrevistas/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 14:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[FFUL]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Proteger a pele dos profissionais de saúde que está sujeita a várias agressões provocadas pelo uso prolongado de equipamentos de proteção individual (EPI). Eis o propósito do projeto “COVerskIn-D: o dispositivo para prevenção das lesões cutâneas causadas por EPI”, que nasceu na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), foi pensado no âmbito da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/entrevistas/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/">COVerskIn-D: proteger a pele dos que se protegem da COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Proteger a pele dos profissionais de saúde que está sujeita a várias agressões provocadas pelo uso prolongado de equipamentos de proteção individual (EPI). Eis o propósito do projeto “COVerskIn-D: o dispositivo para prevenção das lesões cutâneas causadas por EPI”, que nasceu na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), foi pensado no âmbito da COVD-19 e distinguido pela Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares (APFH), na sessão de encerramento do APFH Immersive Virtual Congress – 30 Anos a Criar Valor, com o Prémio APFH 2020 de Melhor Poster.</p>
<p><span id="more-212447"></span></p>
<p>A <strong>Prof.ª Doutora Joana Marto</strong> é professora auxiliar da FFUL e investigadora principal deste projeto e conta à My Dermatologia que a notícia da distinção pela APFH foi recebida com muito orgulho, mas com uma certa surpresa, “tendo em consideração as apresentações dos outros colegas de outras instituições igualmente bons”. Refere que desde o início da pandemia que a FFUL tem desempenhado um papel importante na luta contra a COVID-19 e este foi um reconhecimento de um dos trabalhos desenvolvidos neste âmbito.</p>
<p>“Temos de estar orgulhosos de, uma vez mais, e pelo facto de a nossa Faculdade estar na linha da frente a combater um problema de saúde pública. A FFUL voltou a dizer ‘presente’ neste momento tão crítico para a humanidade.”</p>
<p>O uso frequente e prolongado de EPI causa lesões, como as quebras cutâneas, úlceras por pressão, lesões por fricção e eczemas de contacto e é sabido que devido à pandemia os profissionais de saúde têm usado máscaras faciais, respiradores, viseiras/óculos de proteção e luvas para prestar cuidados aos doentes infetados com SARS-CoV-2 em segurança. O COVerskIn-D surge, assim, com o intuito de promover o cuidado e bem-estar destes profissionais.</p>
<p>“A pele dos profissionais de saúde passou a estar sujeita a mais agressões diárias e constantes, seja pela utilização de desinfetantes e detergentes, seja pelo uso frequente e continuado por longos períodos dos EPI, tornando-se imperativo protegê-la”, sustenta a Prof.ª Doutora Joana Marto.</p>
<p><strong>Particularidades da formulação</strong></p>
<p>A investigadora indica as particularidades da formulação, que visa proteger quem está na linha da frente do combate da pandemia. “Obtivemos um excelente resultado e fácil de produzir em ambiente hospitalar, que tem como reivindicação prevenir as lesões cutâneas devido à utilização prolongada de EPI e sem prejuízo do efeito protetor do EPI”, garante.</p>
<p>As características que tornam o COVerskIn-D “uma alternativa exequível e de baixo custo” são evidenciadas pela professora da FFUL. Nas suas palavras, a equipa “conseguiu desenvolver uma formulação com características ótimas para aplicação tópica, à base de ingredientes com perfil de segurança reconhecido, sustentáveis e de baixo custo. A combinação destas matérias-primas permitiu obter um filme flexível, fresco, resistente e adesivo. A técnica de preparação desenvolvida é de fácil e rápida implementação em Farmácia Hospitalar”.</p>
<p>A docente afirma que foram cumpridas todas as fases do projeto, desde o desenvolvimento farmacêutico, caracterização da formulação, estudos de estabilidade e ensaios de compatibilidade cutânea <em>in vivo</em>. “Numa fase inicial este estudo vai apenas incluir o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte EPE. No entanto, o produto desenvolvido neste projeto deverá ser implementado e produzido a nível nacional”, indica e avança que “assim que possível será implementado primeiramente nos serviços farmacêuticos do Hospital de Santa Maria”.</p>
<p>Apesar de ser uma formulação que nesta altura pode ser utilizada para prevenir as lesões provocadas pelos EPI, de futuro, “pode servir de base para o desenvolvimento de novos medicamentos, dispositivos médicos e cosméticos de aplicação tópica”, assegura a Prof.ª Doutora Joana Marto.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/entrevistas/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/">COVerskIn-D: proteger a pele dos que se protegem da COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/entrevistas/coverskin-d-proteger-a-pele-dos-que-se-protegem-da-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo identifica sequelas cutâneas de longo prazo da COVID-19</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 14:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[Dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores norte-americanos identificou um conjunto de doentes que apresentavam manifestações dermatológicas de longa duração, após terem sido infetados com o vírus SARS-CoV-2, que causa a doença COVID-19. Os resultados foram divulgados no estudo “Long COVID in the skin: a registry analysis of COVID-19 dermatological duration”. Publicado na revista científica “The Lancet Infectious [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/">Estudo identifica sequelas cutâneas de longo prazo da COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores norte-americanos identificou um conjunto de doentes que apresentavam manifestações dermatológicas de longa duração, após terem sido infetados com o vírus SARS-CoV-2, que causa a doença COVID-19. Os resultados foram divulgados no estudo “Long COVID in the skin: a registry analysis of COVID-19 dermatological duration”.</p>
<p><span id="more-212445"></span></p>
<p>Publicado na revista científica “The Lancet Infectious Diseases”, o trabalho foi realizado com o apoio da International League of Dermatological Societies (ILDS) e da American Academy of Dermatology (AAD), através da criação de uma base de dados clínicos, com registo de manifestações dermatológicas dos doentes COVID-19.</p>
<p>Entre os dados inseridos estão os resultados de testes de PCR, os resultados de testes de anticorpos e a duração total dos sinais e sintomas, sendo que os testes laboratoriais para o SARS-CoV-2, nomeadamente PCR de esfregaço nasofaríngeo e testes de anticorpos séricos (IgM, IgG e IgA), foram incluídos quando disponíveis.</p>
<p>De um universo de 1.030 casos, de 41 países, 331 foram confirmados ou suspeitos de COVID-19 com manifestações dermatológicas. Destes, foram reportados 234, sendo que 96 foram confirmados por laboratório, com sinais e sintomas dermatológicos. Os resultados do <a href="#%20" target="_blank">estudo</a> revelam que as erupções urticariformes e morbiliformes foram relativamente efémeras, ao passo que as erupções papulovesiculares se mostraram mais duradouras, o que sugere a possibilidade de inflamação persistente, mesmo em doentes que tiveram sintomas ligeiros de COVID-19.</p>
<p>Os profissionais de saúde foram contactados para atualizar as informações, considerando-se que o doente se tratava de um “long-hauler” se os sintomas persistissem durante mais do que 60 dias. Ainda assim, os investigadores admitem que, em muitos casos, os dados não foram atualizados, o que pode resultar num número subestimado de doentes “long-haulers”.</p>
<p>Até à data, poucos eram os dados relativos à duração dos sinais e sintomas das manifestações dermatológicas da doença, sendo que os primeiros casos identificados indicavam padrões de erupções eritematosas, urticariformes e tipo-varicela. Depois, começaram a ser descritos casos clínicos com diversas apresentações cutâneas, entre as quais lesões petequiais, tipo-perniose, vasculíticas, livedóides e tipo-eritema polimorfo.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/">Estudo identifica sequelas cutâneas de longo prazo da COVID-19</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/estudo-identifica-sequelas-cutaneas-de-longo-prazo-da-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Língua COVID-19”: médicos espanhóis identificam mais sintomas dermatológicos da doença</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 13:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o aumento da pressão hospitalar causada pela primeira vaga da pandemia, uma equipa de dermatologistas espanhóis analisou 666 doentes COVID-19 e concluiu que mais de 25% apresentava alterações na mucosa oral, úlceras bucais, língua dilatada com marcas dos dentes, sensação de ardor e inflamação da língua — novos sintomas que podem ajudar na deteção [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/">“Língua COVID-19”: médicos espanhóis identificam mais sintomas dermatológicos da doença</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aumento da pressão hospitalar causada pela primeira vaga da pandemia, uma equipa de dermatologistas espanhóis analisou 666 doentes COVID-19 e concluiu que mais de 25% apresentava alterações na mucosa oral, úlceras bucais, língua dilatada com marcas dos dentes, sensação de ardor e inflamação da língua — novos sintomas que podem ajudar na deteção da doença.</p>
<p><span id="more-212435"></span></p>
<p>Perante o cancelamento de cirurgias a utentes com cancro da pele, no Hospital Universitário La Paz, em Madrid, a Prof.ª Doutora Almudena Nuño González apresentou-se como voluntária no hospital de campanha montado no recinto da Instituição de Feiras de Madrid (IFEMA). Enquanto dermatologista, a médica identificou um novo sintoma da doença: a “língua COVID-19”.</p>
<p>“Encontrámos algumas alterações que até então não tinham sido relacionadas com a COVID-19: uma língua dilatada, como se estivesse inchada, na qual se veem marcas dos dentes, e que também pode estar despapilada, com zonas do dorso com pequenos buraquinhos e as papilas achatadas”, esclarece a especialista, acrescentando tratar-se de “uma língua com manchas rosadas”.</p>
<p>Publicado no <em>British Journal of Dermatology</em>, o <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bjd.19564" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, realizado entre 10 e 25 de abril de 2020, concluiu que mais de 25% dos doentes tinha alterações na mucosa oral, como a papilite lingual transitória (11%), úlceras bucais (7%), língua dilatada com marcas dos dentes (7%), sensação de ardor (5%) e inflamação da língua com despapilação (4%).</p>
<p>Ainda que outros fatores possam contribuir para estes sintomas, como é o caso de certos medicamentos ou a própria ventilação, que seca a boca e pode irritar a língua, “a língua despapilada deve-se 100% à COVID-19, porque não ocorre por nenhuma outra circunstância ou tratamento”, sublinha a dermatologista, acrescentando ser “uma descoberta que pode auxiliar no diagnóstico, tal como a perda de olfato ou paladar”.</p>
<p>Os dermatologistas detetaram ainda alterações na pele das palmas das mãos e da planta dos pés em quase 40% dos doentes, principalmente descamação (25%), pequenas manchas de cor avermelhada ou acastanhada (15%) e uma sensação de ardor conhecida como eritrodisestesia (7%). No total, quase metade dos doentes analisados na IFEMA apresentou sintomas na pele ou na mucosa da boca.</p>
<p>A dermatologista considera que estes sintomas possam ter passado despercebidos devido ao caos dos primeiros meses de pandemia: “No final de março e início de abril, havia muito medo da doença. Tentava-se fazer com que os doentes mantivessem a máscara o máximo de tempo possível e, muitas vezes, as mucosas não eram analisadas”.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: JN e El País</span></p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/">“Língua COVID-19”: médicos espanhóis identificam mais sintomas dermatológicos da doença</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/lingua-covid-19-medicos-espanhois-identificam-mais-sintomas-dermatologicos-da-doenca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: vacina da Moderna pode causar reações na pele</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 13:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A vacina da Moderna contra a COVID-19, doença provocada pelo SARS-CoV-2, pode causar uma reação dolorosa no braço até 11 dias após a toma. O alerta foi dado num artigo publicado no New England Journal of Medicine, apelidando o efeito secundário de “braço de COVID”. O estudo revelou que, pelo menos, 12 doentes desenvolveram marcas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/">COVID-19: vacina da Moderna pode causar reações na pele</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacina da Moderna contra a COVID-19, doença provocada pelo SARS-CoV-2, pode causar uma reação dolorosa no braço até 11 dias após a toma. O alerta foi dado num artigo publicado no <em>New England Journal of Medicine</em>, apelidando o efeito secundário de “braço de COVID”.</p>
<p><span id="more-212433"></span></p>
<p>O <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc2102131?query=featured_home" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> revelou que, pelo menos, 12 doentes desenvolveram marcas vermelhas de grande dimensão nos braços após lhes ser administrado o imunizante, recebendo tratamento como gelo e anti-histamínicos, bem como soluções tópicas ou orais.</p>
<p>Além disso, as reações surgiram de imediato nos braços de 84% dos participantes.</p>
<p>Apesar de metade dos utentes não ter tido recorrência de grandes reações locais, três tiveram reações recorrentes semelhantes às que haviam experienciado após a primeira dose, e três manifestaram reações menos graves.</p>
<p>Ainda assim, os investigadores enfatizam que as pessoas devem tomar a segunda dose da vacina para alcançarem a máxima proteção contra a COVID-19 — cerca de 95% para a vacina da empresa de biotecnologia norte-americana.</p>
<p>Em declarações ao programa <em>USA Today</em>, a Prof.ª Doutora Esther Freeman, diretora de Dermatologia no Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, assegurou: “Queremos garantir às pessoas que [o braço de COVID-19] é um fenómeno conhecido”.</p>
<p>“Ter uma grande mancha vermelha no braço por alguns dias pode não ser divertido, mas a realidade é que não há necessidade de pânico e nenhuma razão para não tomar a segunda dose da vacina”, sublinhou.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Notícias ao Minuto</span></p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/">COVID-19: vacina da Moderna pode causar reações na pele</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-vacina-da-moderna-pode-causar-reacoes-na-pele/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: um quarto dos doentes tem queda de cabelo, mas elas são mais afetadas</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 11:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[queda de cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[tricologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um quarto dos doentes com COVID-19 sofre de queda de cabelo nos primeiros seis meses após a doença, sendo certo que as mulheres estão mais predispostas ao problema. A informação foi dada num novo estudo, publicado na revista científica The Lancet, que procurava analisar os sintomas a longo prazo provocados pela COVID-19. Os investigadores detetaram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/">COVID-19: um quarto dos doentes tem queda de cabelo, mas elas são mais afetadas</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um quarto dos doentes com COVID-19 sofre de queda de cabelo nos primeiros seis meses após a doença, sendo certo que as mulheres estão mais predispostas ao problema. A informação foi dada num novo estudo, publicado na revista científica <em>The Lancet</em>, que procurava analisar os sintomas a longo prazo provocados pela COVID-19.</p>
<p><span id="more-212427"></span></p>
<p>Os investigadores detetaram que 359 de 1.655 doentes hospitalizados em&nbsp;Wuhan, na China, sofreram uma perda acentuada de cabelo. Estes dados sugerem que a perda de cabelo é um sintoma primário a longo prazo da&nbsp;doença, aliado à fadiga, falta de ar, tonturas e dor nas articulações.</p>
<p>Os doentes examinados no trabalho tiveram alta do Hospital&nbsp;Jin&nbsp;Yin-tan, em&nbsp;Wuhan,&nbsp;entre 7 de&nbsp;janeiro&nbsp;e 29 de&nbsp;maio&nbsp;de 2020, após estarem infetados com o SARS-CoV-2. Passados seis meses, foram entrevistados sobre os seus sintomas e qualidade de vida, sendo ainda submetidos a exames físicos, entre os quais testes de caminhada de seis minutos, e análises de sangue.</p>
<p>De acordo com os autores do <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-67362032656-8/fulltext" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, 63% dos doentes recuperados, na sua maioria mulheres, relatavam fadiga ou fraqueza muscular, 26% revelavam distúrbios do sono, 23% tinham ansiedade ou depressão e 22% sofriam de perda de cabelo. Além disso, 76% assinalavam, pelo menos, um sintoma seis meses após o início generalizado da doença.</p>
<p>A <em>American Academy of Dermatology</em> (AAD) indica que a perda de cabelo induzida pela&nbsp;COVID-19&nbsp;ocorre devido ao eflúvio&nbsp;telógeno&nbsp;(TE), condição de derramamento causada por uma perturbação no ciclo de crescimento capilar, o que resulta em elevada percentagem de folículos&nbsp;anagénicos&nbsp;(folículos capilares que estão&nbsp;a crescer ativamente) que entram na sua fase de repouso de forma prematura em todo o couro cabeludo.</p>
<p>A perda de cabelo é, para os dermatologistas, uma resposta normal a uma experiência&nbsp;stressante, como adoecer com um vírus durante uma&nbsp;pandemia; e o cabelo irá, eventualmente, recuperar.&nbsp;Na verdade, o TE dura entre seis a nove meses antes do cabelo retornar à sua espessura normal e aparência, segundo os especialistas.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Notícias ao Minuto</span></p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/">COVID-19: um quarto dos doentes tem queda de cabelo, mas elas são mais afetadas</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/covid-19-um-quarto-dos-doentes-tem-queda-de-cabelo-mas-elas-sao-mais-afetadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
