<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Angioedema hereditário Archives - My Dermatologia</title>
	<atom:link href="https://mydermatologia.pt/tag/angioedema-hereditario/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mydermatologia.pt/tag/angioedema-hereditario/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Dermatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças dermatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Jun 2021 08:26:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://mydermatologia.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dermatologia-150x150.png</url>
	<title>Angioedema hereditário Archives - My Dermatologia</title>
	<link>https://mydermatologia.pt/tag/angioedema-hereditario/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>SPAIC apela à facilitação do acesso a tratamento inovador para o angioedema hereditário</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 08:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Angioedema hereditário]]></category>
		<category><![CDATA[SPAIC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) apelou à Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) para que seja concluída de forma célere a avaliação do processo relacionado com uma nova opção terapêutica para a profilaxia a longo prazo dos doentes com angioedema hereditário. “Atualmente existem novas opções terapêuticas&#160;in-label&#160;para a profilaxia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/">SPAIC apela à facilitação do acesso a tratamento inovador para o angioedema hereditário</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) apelou à Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) para que seja concluída de forma célere a avaliação do processo relacionado com uma nova opção terapêutica para a profilaxia a longo prazo dos doentes com angioedema hereditário.</p>
<p><span id="more-212491"></span></p>
<p>“Atualmente existem novas opções terapêuticas&nbsp;<em>in-label</em>&nbsp;para a profilaxia a longo prazo dos doentes com angioedema hereditário, já disponibilizadas por rotina em vários países europeus e com importantes ganhos na redução do número de crises e ganhos significativos da qualidade de vida, amplamente demonstrados, quer nos ensaios clínicos, quer nos estudos de vida real.&nbsp; Em Portugal, este medicamento está sob um Programa de Acesso Precoce (PAP) desde 2020, mas com uma indicação muito mais restrita do que a indicação que consta no RCM do fármaco aprovado pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA)”, salientou o Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira, presidente da SPAIC.</p>
<p>De acordo com o especialista, a SPAIC avançou com o apelo “para que os portugueses com esta doença rara possam ter acesso aos mesmos tratamentos eficazes e seguros que outros cidadãos da União Europeia têm, não sendo de todo aceitável a existência de qualquer disparidade não fundamentada e não justificada por motivos clínicos ou farmacológicos”.</p>
<p>O angioedema hereditário é uma doença genética rara que se estima que, em Portugal, possa atingir cerca de 300 a 400 pessoas, já com mais de 230 pessoas identificadas. A patologia manifesta-se pelo aparecimento de crises recorrentes de angioedema em várias localizações possíveis, sendo a face uma das mais frequentes.&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/">SPAIC apela à facilitação do acesso a tratamento inovador para o angioedema hereditário</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/spaic-apela-a-facilitacao-do-acesso-a-tratamento-inovador-para-o-angioedema-hereditario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Devemos suspeitar de angioedema hereditário sempre que haja uma história da patologia recorrente com envolvimento cutâneo&#8221;</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/atualidade/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/atualidade/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 09:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Angioedema hereditário]]></category>
		<category><![CDATA[SPAIC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para assinalar o Dia Mundial da Consciencialização do Angioedema Hereditário, celebrado a 16 de maio, o Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), reafirma o alerta para uma doença rara que resulta de vários defeitos genéticos. “Existem em Portugal cerca de 220 doentes já identificados com esta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/">&#8220;Devemos suspeitar de angioedema hereditário sempre que haja uma história da patologia recorrente com envolvimento cutâneo&#8221;</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para assinalar o Dia Mundial da Consciencialização do Angioedema Hereditário, celebrado a 16 de maio, o <strong>Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), reafirma o alerta para uma doença rara que resulta de vários defeitos genéticos. “Existem em Portugal cerca de 220 doentes já identificados com esta patologia e estima-se que possam existir outros 100 a 200 ainda por diagnosticar.”</p>
<p><span id="more-212485"></span></p>
<p>Manifestada pelo aparecimento de crises recorrentes de angioedema em várias localizações possíveis (sendo a face uma das mais frequentes), o angioedema hereditário é erradamente confundido com uma alergia; e isso contribui para atrasos diagnósticos significativos &#8211; casos há em que demoram décadas a identificar &#8211; e que variam muito entre diferentes regiões e países. Estas crises podem iniciar-se na infância, por vezes mesmo logo no primeiro ano de vida, mas o mais comum é revelarem-se na adolescência.</p>
<p>O imunoalergologista alerta ainda para &#8220;o impacto muito significativo que o angioedema hereditário tem na qualidade de vida dos doentes. Isso mesmo revela-se na grande percentagem de doentes que mostram preocupação ou culpa por terem passado a doença aos seus filhos, que também é um fator que interfere negativamente na qualidade de vida destas pessoas. Em contexto de crises, é evidente o desconforto, a desfiguração e o cansaço, e é nítido o sofrimento físico e psíquico que permanece até quase duas semanas após o início da crise. Também a dor intensa que existe nos casos de ataques abdominais e ainda o medo permanente de não saber quando surgirá o próximo ataque e se este vai, ou não, causar asfixia e morte são elementos que muito afetam a qualidade de vida dos doentes”. “Mais de 80% preocupa-se com a possibilidade de asfixia, particularmente as pessoas que já sofreram ataques laríngeos ou que já viram familiares seus serem afetados por isso, tendo, inclusive, alguns deles morrido”, conclui o Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>Habitualmente, há alguns antecedentes familiares com a mesma doença, mas em 20 a 25% o angioedema pode resultar de uma mutação de novo, e, nesses casos, não há quaisquer antecedentes, o que, portanto, não exclui o diagnóstico. De acordo com o Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira, “devemos suspeitar de angioedema hereditário sempre que haja uma história da patologia recorrente com envolvimento cutâneo, muitas vezes com deformação significativa, mas sem prurido nem urticária, com envolvimento laríngeo, com risco de vida pelo edema da laringe e possível asfixia, e/ou com envolvimento gastrintestinal, com dor abdominal muito intensa causada pelo edema da parede intestinal. Também reforça a suspeita diagnóstica a história familiar positiva, o início das queixas nas duas primeiras décadas de vida e a ausência de resposta a antihistamínicos ou corticoides”.</p>
<p>Os desencadeantes mais habituais são o stresse e os traumatismos, quer os espontâneos, quer os associados a procedimentos médicos ou cirúrgicos. As infeções são outro fator desencadeante e, em algumas mulheres, há também uma associação com fatores hormonais como a puberdade ou a gravidez. O diagnóstico é feito em primeiro lugar com a identificação dos aspetos clínicos e, em segundo lugar, com a confirmação laboratorial das alterações envolvidas.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Para o presidente da SPAIC, “há a considerar o tratamento imediato da crise aguda e a terapêutica preventiva das crises. Nem os antihistamínicos, nem os corticosteroides, nem a adrenalina servem para nada nestes doentes.” “Para a crise aguda temos então duas opções, ambas válidas e muito eficazes: a primeira é administrarmos c1 inibidor por via endovenosa &#8211; um produto derivado do plasma humano que, ao ser administrado, os níveis desta proteína sobem e, portanto, vamos por essa via conseguir controlar a produção de bradicinina, cujo aumento é responsável diretamente pelo aparecimento do angioedema. A segunda opção é administrarmos um antagonista dos recetores da bradicinina, que vai inibir a ação da bradicinina nos tecidos e, por isso, diminuirá o edema”, esclarece.</p>
<p>Para a profilaxia a longo prazo, cujo objetivo é reduzir ao máximo o número de crises que estes doentes têm durante o ano e prevenir as mortes por angioedema, uma opção é a terapêutica de substituição com C1 inibidor, que visa suprir a deficiência nesta proteína e que pode ser administrada por via endovenosa ou subcutânea. O Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira explica que “qualquer uma das duas vias implica a administração duas vezes por semana e associa-se com uma redução importante do número médio de ataques por mês e com uma maior probabilidade de não ter nenhum ataque, relativamente ao placebo. Outra opção na terapêutica preventiva a longo prazo é usarmos fármacos que vão inibir a kalikreína plasmática ativada, que é a enzima principal responsável pela produção de bradicinina&#8221;.</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/atualidade/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/">&#8220;Devemos suspeitar de angioedema hereditário sempre que haja uma história da patologia recorrente com envolvimento cutâneo&#8221;</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/atualidade/devemos-suspeitar-de-angioedema-hereditario-sempre-que-haja-uma-historia-da-patologia-recorrente-com-envolvimento-cutaneo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Angioedema hereditário: doença rara afeta 300 a 400 portugueses</title>
		<link>https://mydermatologia.pt/entrevistas/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/</link>
					<comments>https://mydermatologia.pt/entrevistas/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Angioedema hereditário]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial das doenças raras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.mydermatologia.pt/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doença rara e sem cura, caracterizada por diferentes mutações no gene inibidor do complemento (C1-INH) ou outros genes que controlam a ativação da calicreína e da bradicinina, originando angioedemas em diversos locais, o angioedema hereditário afeta cerca de 300 a 400 pessoas em Portugal. A propósito do Dia Mundial das Doenças Raras, assinalado a 28 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/entrevistas/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/">Angioedema hereditário: doença rara afeta 300 a 400 portugueses</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doença rara e sem cura, caracterizada por diferentes mutações no gene inibidor do complemento (C1-INH) ou outros genes que controlam a ativação da calicreína e da bradicinina, originando angioedemas em diversos locais, o angioedema hereditário afeta cerca de 300 a 400 pessoas em Portugal. A propósito do Dia Mundial das Doenças Raras, assinalado a 28 de fevereiro, a <strong>Prof.ª Doutora Margarida Gonçalo</strong>, assistente hospitalar sénior do Serviço de Dermatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), deu a conhecer ao My Dermatologia a realidade desta doença rara e o seu impacto na vida dos doentes. Veja a entrevista.</p>
<p><span id="more-212423"></span></p>
<p>Ainda que os episódios possam ocorrer apenas na pele, sobretudo nas extremidades, de acordo com a Prof.ª Doutora Margarida Gonçalo, os doentes podem também ser alvo de ataques abdominais “com edema das ansas intestinais que causam quadros suboclusivos com dor abdominal e vómitos, muitas vezes confundidos com situações de ventre agudo” e derrame peritoneal, que se associa a hipotensão e hemoconcentração. Além disso, prossegue a dermatologista, ocorrem inchaços na área genital, o que afeta a vida sexual, assim como na face, sobretudo nos lábios e nos olhos, ficando os doentes, por vezes, “completamente desfigurados”.</p>
<p>“Esses ataques podem acompanhar-se de edema das vias áreas superiores, que podem ser potencialmente fatais, porque há um encerramento destas vias; e as pessoas podem falecer em asfixia se não forem imediatamente tratados”, complementa a especialista.</p>
<p>Apesar de tudo, uma pessoa com angioedema hereditário é suscetível de ter um número variável de crises ao longo dos diferentes períodos da vida (uma crise por semana ou uma por ano), tendo tendência a sofrer ataques geralmente numa das áreas mais afetadas pela doença: face, genitais, ou zona abdominal. O local da mutação genética não é, assim, determinante da gravidade da patologia, estando dependente de outras variáveis, como a ativação do sistema de contacto por traumatismos, infeções, stresse, entre outros.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>“É uma situação que afeta muito os doentes, pelo impacto dos ataques, que os deixam completamente incapazes de trabalhar, de ir à escola”; ou, ainda, pela imprevisibilidade dos ataques, os impede de fazer qualquer tipo de plano futuro, vivendo uma vida marcada pela ansiedade, afirma a Prof.ª Doutora Margarida Gonçalo.</p>
<p>A dermatologista salienta que, “perante uma situação de inchaços das extremidades ou de outra área do corpo sem lesões de urticária, sobretudo se associados a crises abdominais, é mandatório fazer análises, nomeadamente ao doseamento do C1-inibidor e à sua atividade funcional e ao fator do complemento, o fator C4”.</p>
<p>Depois do diagnóstico, segue-se a referenciação para um centro especializado e tratamento de fundo, designadamente com a administração de um tratamento de substituição com C1-INH e.v., aquele que está mais facilmente disponível no nosso país. Contudo, em Portugal, existem já cerca de quatro doentes em terapêutica com lanadelumab, um anticorpo monoclonal inibidor da calicreína, um fármaco mais dispendioso, mas “que evita quase completamente as crises de angioedema”.</p>
<p>Para a Prof.ª Doutora Margarida Gonçalo, outro aspeto importante para os doentes é o acesso ao icatibant, inibidor da bradicinina para autoadministração, que permite controlar os surtos em casa e evitar “ir a correr para o hospital, onde a maior parte das pessoas não conhece a doença, mesmo que o doente ande com o seu cartão com o diagnóstico e os procedimentos a fazer em situação de crise”.</p>
<p>Atualmente, estão em curso diversos estudos genéticos, um dos quais “para caracterizar melhor as mutações, não tanto das formas clássicas, mas para outras formas clinicamente semelhantes, em que o C1-inibidor e/ou o C4 estão normais”, informa a responsável. Estão em desenvolvimento outros fármacos, alguns de uso por via oral, e que permitem o tratamento preventivo dos surtos, pelo que o futuro destes doentes se adivinha mais animador.</p>
<div class="k2_video">
<!-- iframe plugin v.6.0 wordpress.org/plugins/iframe/ -->
<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/dKY-A_2c_5E" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" 0="allowfullscreen" scrolling="yes" class="iframe-class"></iframe>
</div>
<p>The post <a href="https://mydermatologia.pt/entrevistas/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/">Angioedema hereditário: doença rara afeta 300 a 400 portugueses</a> appeared first on <a href="https://mydermatologia.pt">My Dermatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mydermatologia.pt/entrevistas/angioedema-hereditario-doenca-rara-afeta-300-a-400-portugueses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
